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sábado, 21 de julho de 2012 às 00:00

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NBA Jam: o "boomshakalaka" agora em dispositivos móveis

Nota 3/5
NBA Jam
Essa franquia nascida no ano de 1993 traz boas recordações a muitos marmanjos mundo a fora, pois trouxe como proposta uma disputa em quadra de basquete em duplas, enterradas alucinantes, quebra de tabela e personagens inusitados como políticos e celebridades em quadra, num momento em que os jogos de esportes estavam muito sérios. Ela foi ressuscitada no Wii, porém trouxe algumas decisões de projetos que desanimou muitos possíveis compradores (multiplayer on-line) e também surgiu nas plataformas da Apple e Android.

No Android (provavelmente o mesmo valor na Apple Store) o jogo custa R$10,04, não sendo caro, pois serão horas de diversão garantida com direito a um sistema de conquista que cria um replay value muito bom. Nessa versão, diferente da versão para Wii, existe multiplayer on-line, tentei encontrar alguma partida, mas não consegui, pois o jogo não encontrava participante, provavelmente o on-line se restrinja a dispositivos conectados numa mesma rede.

NBA Jam

quinta-feira, 25 de março de 2010 às 15:00

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Need for Speed Nitro: a franquia continua sem direção

Nota 2/5
Need for Speed Nitro
"Need for Speed" é um dos jogos que ainda me trás um pouco de saudosismo, pois foi o primeiro jogo de corrida que gostei no meu antigo PC 486. Depois dele joguei a versão 2 e 3, abandonando a série por falta de um bom hardware e um vídeo game decente.

Até hoje não fui atrás de jogar as outras versões, porém sei que elas andaram em baixa por um bom tempo. Isso até o sucesso do filme "Velozes e Furiosos" e a transposição dessa linguagem para o "Need for Speed Underground". Com o sucesso veio logo o "Underground 2".

Os lançamentos anuais dos jogos da série desgastou um pouco a franquia. Todo ano era mais do mesmo, com mudanças incrementais. O que estava acarretando uma baixa venda dos jogos e péssimas indicações. A marca está atualmente na corda bamba, mas ainda não foi cancelada.

Para reerguer o jogo, adotou-se como estratégia o lançamento de dois modelos: o Nitro e o Shift. O Need for Speed Nitro (Electronic Arts, 2009) é destinado ao console da Nintendo (DS e Wii) e o Shift é dedicado aos demais. Hoje vou comentar sobre a versão Nitro, que tem uma jogabilidade do tipo Arcade, lembrando muito jogos como Cruis'n USA.

Need for Speed Nitro

domingo, 29 de novembro de 2009 às 06:00

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New Super Mario Bros. Wii: a volta do herói às origens

New Super Mario Bros WiiOs encanadores mais famosos de todos os tempos estão de volta com uma nova aventura que agradará toda a velha guarda gamer: New Super Mario Bros. Wii (Nintendo, 2009), pois esse jogo é basicamente uma releitura de todos os elementos presentes em todos os jogos anteriores.

Como é de praxe, a história gira em torno do rapto da Princesa Peach, que desde 1985, data de lançamento do primeiro jogo no Japão e Estados Unidos, vem sendo raptada e cabe a Mario, Luigi e dois toads salvá-la. Porém, nessa aventura existe um diferencial de todos os personagens jogarem ao mesmo tempo e não em turnos como no passado.

O fato do multiplayer local não ser em turnos foi o único rompimento com o passado, pois todos os elementos do jogo remetem ao passado da franquia, sendo praticamente uma ode a todas as aventuras do encanador. Foi revivido os castelos e suas bandeiras nos finais das fases, os oitos mundos que tínhamos no Super Mario 3, o yoshi que teve sua estréia em Super Mario World, são tantas as referências que haja parágrafos para descrevê-las, mas o melhor é que o jogo se desenvolve como antigamente, da horizontal, mesmo tendo gráficos 3D, o posicionamento de câmera é 2D, o que vai fazer muito antigo jogador que não se acostumou com a transição do Mario para o 3D, vir a jogar esse.

New Super Mario Bros Wii

terça-feira, 3 de novembro de 2009 às 23:09

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Ice Age - Dawn of the Dinosaurs: o universo pré-histórico ganha vida nos games

Ice Age - Dawn of the DinosaursSou filho do Super Mario Bros. No vídeo-game gosto dessas aventuras inocentes e meio nonsense. Tiros e carnificina eu até experimento, mas geralmente abandono no meio do caminho. Talvez seja uma forma que o cérebro encontra de me transportar para esses divertidos universos paralelos. Com Ice Age: Dawn of the Dinosaurs (Activision, 2009), versão do filme "A Era do Gelo 3" para PlayStation 2, aconteceu amor à primeira vista.

Logo que peguei no joystick e comecei a controlar o estabanado Sid, percebi um jogo extremamente fácil. É divertido rodar, pular, deslizar, interagir com os outros personagens. Tudo propositalmente muito simples. De cara parece um jogo bem infantil. Logo nas primeiras fases o jogador comanda Manny, Diego, Scrat e outros personagens do filme. Evidente a jogabilidade de um mamute é menor que dos demais. Os movimentos são curtos e demorados. O tigre dente-de-sabre é o oposto. De tão ágil é quase incontrolável.

Ice Age - Dawn of the Dinosaurs

As fases de Ice Age: Dawn of the Dinosaurs vão ficando mais difíceis quando o ambiente muda da neve para floresta dos dinossauros. É de longe a etapa mais divertida do game. Nesse cenário quem comanda é Buck, uma doninha cara-de-pau. O sujeito tem um molejo diferenciado, ajudando a escapar das dezenas de dinossauros que aparecem pelo caminho. Em alguns momentos é possível até subir em alguns desses monstros. Buck é o astro desse game, sem dúvida o personagem mais importante.

O jogo requer boa habilidade no comando da câmera e certa paciência para repertir os movimentos. O bom é que existem muitos checkpoints pelo caminho, nunca deixando o jogador sem uma segunda chance. O que mais achei divertido em Ice Age: Dawn of the Dinosaurs é a exigência de habilidades diferentes para completar o jogo. É preciso ser rápido deslizando em cipós, forte para escalar paredes, equilíbrio para andar sobre pedras, concentração na mira de alvos ambulantes. Até voar é exigido.

Ice Age - Dawn of the Dinosaurs

Gostei também das fases curtas. Nada de muita dor de cabeça. Quando o dedo começa a calejar, desligo e continuo amanhã. Ótimo para quem não tem muito tempo. O resultado é que acabei zerando Ice Age: Dawn of the Dinosaurs meio sem querer. Passei de uma fase chata e logo estava ajudando Manny a enfrentar o grande dinossauro final. Derrubei a caverna na cabeça dele e pronto, zerei!

Foi bom jogar Ice Age: Dawn of the Dinosaurs, estou louco para assistir ao filme, mesmo sabendo que o game vai tirar um pouco o sabor das surpresas. De todo modo, deu para notar que os desenvolvedores conseguiram transportar os fãs ao universo pré-histórico dos heróis de "A Era do Gelo". Só espero que no próximo capítulo do pobre Scrat ganhe mais espaço. O joguinho 2-D (bônus dentro da história, estrelado por ele e a namorada) é extremamente divertido, merecia mais atenção. Nota 4/5

Confira o trailer clicando no botão play da imagem abaixo.

terça-feira, 27 de outubro de 2009 às 15:00

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Wii Sports Resort: uma nova e divertida simulação esportiva

Wii Sports ResortCom o lançamento do Wii, o mundo foi apresentado a uma nova forma de interagir com jogos eletrônicos. Como a Nintendo vinha em gerações anteriores perdendo em vendas para a marca Playstation, eles tiveram que criar um produto diferente para competir com seus concorrentes, que no caso seria a Sony e a Microsoft.

A estratégia usada pela Nintendo é conhecida como Oceano Azul, existindo até um livro chamado "A Estratégia do Oceano Azul", por W. Chan Kim. Ainda não li e por isso não tenho muito a escrever sobre essa estratégia. Mas foi a partir desse pensamento que o foco da empresa passou a ser os não-jogadores, ou jogadores eventuais e criou-se o Wii com uma meta bem modesta de vendas e um jogo que se tornou o carro chefe do console, o Wii Sports (2006).

Wii Sports Resort

O Wii foi lançado em 2006 e o Wii Sports virou um sucesso absoluto e a empresa viu que tinha um bom produto nas mãos. Como a estratégia de venda foi sub-dimensionada, faltou produto para o natal daquele ano. Mas a empresa viu que a estratégia de controles com sensores de movimento daria certo e que a tão procurada imersão que ela tanto procurava, desde o lançamento (e fracasso absoluto) do VirtualBoy, estava próximo.

O Wii Sports atraiu os olhares da mídia e logo os pontos negativos começaram a ser apontados. Como a não precisão do sensor e os movimentos mostrados não darem a impressão de realidade que o jogador esperava, era divertido, mas ainda faltava algo e esse algo foi anunciado pela empresa na E3 de 2008. Com um novo acessório chamado Wii MotionPlus, que é um adaptador contendo um sensor giroscópio que capta melhor os movimentos, deu início ao surgimento do Wii Sports Resort.

Wii Sports Resort

A alma desse novo jogo se encontra no Wii Sports, porém ele não é apenas uma continuação, pois apenas dois esportes do antigo jogo foram mantidos (boliche e golfe). Foram adicionados vários outros como: tênis de mesa, wakeboard, basquete, arco e flecha, um jogo de espadas dentre outros, num total de 12 modalidades.

Para ter acesso a esse jogo a pessoa é obrigada a ter o acessório, sem ele o jogo não roda, faz até sentido, pois ele foi criado para mostrar a capacidade de captação do sensor de movimento que agora passa a ser próximo de 1:1. Os projetistas dizem não ser mais preciso para que os jogos não fiquem difícil demais, o que acabaria frustrando os jogadores. Mas posso afirmar que o nível de captação ficou perfeito e o jogo é muito divertido, principalmente quando se desafia seus amigos. Nota 4/5

Assista ao trailer:

sábado, 18 de julho de 2009 às 06:00

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The Conduit: conspiração, aliengínenas e multiplayer

The ConduitThe Conduit (Sega, 2009) é um FPS (first-person shooter) lançado dia 23/06 que merece a atenção dos jogadores de Wii que clamavam por jogos adultos. Esse é o primeiro jogo da High Voltagem Software, que estudou o console e criou para ele uma engine própria para esse tipo de jogo. No passado ela prometeu muita coisa, como uma quantidade enorme de inimigos na tela e um multiplayer com vários jogadores, no final ela não entregou tudo que prometeu, mesmo assim não fez feio.

A campanha do jogo é curta e a história de fundo não importa muito. O importante é entrar, matar, não ser morto e ir de um ponto A para um ponto B. Com relação à trama, o jogador se encontra na pele do Agente Ford que é contratado para capturar o terrorista Prometeus. Até descobrir que estava sendo usado pelo verdadeiro vilão do jogo e terá junto de Prometeus acabar com os planos dele, algo bem manjado.

The Conduit

Mas o forte de The Conduit não é sua trama. Podemos dá vários pontos para a jogabilidade que usa sabiamente os sensores de movimentos do nunchuk para atirar granadas e wiiremote para dá uma porrada com a arma. Pela possibilidade de customização dos elementos da tela e controles, além de ver que os gráficos estão bem feitos, nível dos gráficos de "Metroid Prime: Corruption".

E para quem gosta de multiplayer em FPS e tem um Wii esse é um jogo que não pode faltar na coleção. Mesmo visto em sites vários problemas ocorridos no modo on-line, esse é o melhor modo do jogo. As armas são bem balanceadas (não tem faca! ainda bem) e todas têm pontos fortes e fracos. Mas a meu ver, o jogo pecou ao não ter um multiplayer local. Para compensar ele tem suporte ao wii-speak um periférico que possibilita a comunicação entre os jogadores.

The Conduit

Por The Conduit ser o primeiro jogo da HVS, temos que ver que grande esforço foi colocado ali. Eles estão de parabéns! A grande notícia é que a engine para um próximo jogo está melhorando ainda mais. Basta agora torcer para que os jogos dela vendam bastante, pois o Wii está com esse grande problema. Nota 3/5

Veja o trailler:

terça-feira, 21 de abril de 2009 às 10:52

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God of War II: descobrindo segredos mitológicos numa sangrenta aventura de glória e vingança

God of War IIZerei God of War II (SCE Studios Santa Monica, 2007)! A meninada pode achar besteira, mas esse foi o primeiro game que conseguiu completar no meu recém comprado PlayStation2. Desde "Donkey Kong Country 3" (hehe) não me divertia tanto jogando. Hoje em dia é preciso muita paciência e boa vontade para manter o ritmo e chegar ao fim. Paciência porque a maioria dos jogos vai ficando enfadonha com o passar das fases. Boa vontade para deixar de lado as centenas de opções disponíveis no mercado, priorizando apenas uma. Pra minha sorte, God of War II é um dos melhores jogos já criados. O título é uma continuação melhorada de "God of War", vencedor de diversos prêmios na categoria ação-aventura.

Separo minha experiência em God of War II em dois momentos. Joguei a primeira metade do game no escuro. Apanhei para encontrar respostas aos quebra-cabeças, descobrir os caminhos e entender os objetivos. Chega um momento que cansa, principalmente quando você fica remoendo uma fase sem conseguir sair do lugar. Uma boa fonte de informação nesses momentos de desespero é o YouTube. O site de vídeos foi fundamental para que eu pudesse passar de fases como "Typhon's Cavern". A galera captura o vídeo, faz uma narração ao fundo e publica. Novos tempos... Antigamente eu garimpava minhas dicas no chão das locadoras.

God of War II

Outra boa fonte de dicas é o site GameVicio Brasil. Apesar de incompreensível por quem não vive o jogo, as dicas ajudam a caminhar com mais velocidade. Muitas vezes basta uma palavrinha solta para encontrar a chave de tudo que você precisa. O problema é que o excesso de dicas tira o charme do game. É como responder uma equação logarítmica com o professor soprando no ouvido. Fiquei tão viciado que acabei comprando o livro "Os Melhores Games Detonados - Edição 2008". Facilitou muito minha vida. O chato é que o livro mistura consoles e lista 15 games diferentes, dos quais apenas um ou dois interessavam.

Com ou sem dor de cabeça, God of War II é um espetáculo aos olhos. Baseado na mitologia grega, o jogador controla Kratos, um porra-louca espartano com ódio até o último fio de cabelo. A história começa exatamente onde a primeira parou: o Olimpo. Após destronar Ares, nosso herói causa a ira dos outros deuses pelo apoio deliberado à Esparta. Ele então inicia uma fantástica jornada de destruição contra ninguém menos que Zeus, deus dos deuses. O caminho é longo e recheado de personagens surreais como Prometeu, Teseu, Perseu, Pegasus, Íkaros, Euryale. Ao fim, Kratos acerta acidentalmente Atena, levando-a a morte. Fato que nos transporta para a última fase do jogo: destruir Zeus! É como brincar de bang-bang contra o Neo em Matrix. Arrisca?

God of War II

God of War II é genial. A jogabilidade é uma coisa absurda! Simples toques respondem de maneira rápida na tela. Quem apenas assiste costuma imaginar que é difícil fazer tantos golpes legais. Mas não é. Qualquer novato é capaz de ganhar desenvoltura com poucos segundos. Basta um feijãozinho com arroz para caminhar pelas fases sem problema. Evidente que depois de um tempo o jogador começa a sofisticar os golpes, combinando botões e variando nos "brutalitis". O mais difícil talvez seja finalizar as fases. Quase sempre há um chefão "invencível" a ser batido. Nesses momentos é necessário repetir a sequencia de botões que aparece na tela. Outro ponto forte é que seus erros sempre são perdoados. Morreu? Pois recomece quase do ponto exato que estava. Isso sim é estimulante.

Outro fator que conquista o jogador é o carisma de Kratos. Divertido demais a forma como ele trata os inimigos. Talvez o melhor desses momentos seja visto na fase "The West Auditorium", em que Kratos usa todo ser charme para obrigar o tradutor a ler o livro mágico da Warrior's Skull. Para melhor entender, Kratos seria Jack Bauer no corpo de Conan, o bárbaro. O pior é que depois de algumas horas comandando esse louco, você se sente o próprio. Destaco também o envolvimento tridimensional gerado pelas ótimas câmeras. As imagens exploram com perfeição cada detalhe dos incontáveis cenários e ambientes. Sua única preocupação é golpear os inimigos e se divertir. O clima fica ainda mais real com a apavorante trilha sonora. God of War II: uma sangrenta aventura de glória e vingança. Nota 5/5

quinta-feira, 9 de abril de 2009 às 12:00

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Taikodom: vivendo em bases estelares

TaikodomAcabou de ser lançado o jogo brasileiro Taikodom (Hoplon Infotainment, 2008), mas ainda no ano passado escrevi explicando um pouco da mecânica interna desse game (leia a resenha). Porém, agora irei descrever minha experiência jogando esse MMORPG (jogo de interpretação de personagem online e em massa para múltiplos jogadores).

Primeiro sou um jogador que me considero da "velha escola" e ainda não consigo me empolgar com todos os tipos de jogos on-line e MMO é um deles. Isso porque a mecânica do jogo é quase similar à vida real. Para evoluir nesse tipo de jogo é preciso desempenhar uma tarefa específica e levá-la quase como um trabalho.

É justamente o que acontece logo que a pessoa entra em Taikodom pela primeira vez. Aparece uma historinha sobre a Terra no futuro e como o homem foi levado a ter que abandoná-la. Diz ainda que toda a população foi transferida num estado de congelamento criogênico, para ser revivido no espaço. Quando finalmente a pessoa acorda, tem que escolher uma das três ocupações: explorador, minerador e ás;

Presos no Gelo

Na minha primeira experiência escolhi ser minerador. A pessoa entra num pequeno tutorial que explicará as funcionalidades básicas do jogo: como controlar a nave, pegar elementos e passar por portais. O problema é que o tutorial ainda deixa muita brecha e o novo piloto ainda tem que descobrir como usar as teclas certas do teclado para pilotar direito. A sorte que no chat do jogo tem sempre muitas pessoas dispostas a ajudar.

Assim que entrei como minerador, fui pegando missão atrás de missão. A atividade era basicamente minerar asteróides à procura de determinados elementos, tarefa muito chata por sinal. Sorte que dentro do jogo existe várias estações espaciais e nelas tem diferentes mercados. Cada um vendendo artigos diferenciados no jogo.

Presos no Gelo

As estações me atrairam muito. Isso porque depois de ficar muito chateado com o trabalho de minerador, resolvi apenas passear no espaço e cruzar os portais dimensionais contido no jogo. A primeira coisa que percebi foi a existência de portais e zonas apenas acessíveis a assinantes. Nada mais justo, pois a Hoplon é uma empresa que tem seus gastos e tem que tirar também um pouco de lucro dos usuários. Dentro do jogo ainda existem telas tipo outdoors espaciais, que poderão ser usadas para propagandas futuramente. Isso é algo que já existe em outros jogos, tendo inclusive sido utilizado pelo presidente Barack Obama durante sua campanha. Ele quando colocou uma propaganda num outdoor em "Burning Paradise", game de corrida do Xbox 360.

Ainda sobre as estações espaciais, cada um tem um belo desenho e recebem belos nomes em homenagem a grandes figuras da história como Julio Verne e Santos Dumont, ambas na constelação da Terra. Eu gostei muito da homenagem e penso que se um dia o Brasil tiver tecnologia espacial, seria uma boa homenagem ao nosso pioneiro da aviação.

Presos no Gelo

Mas nem tudo é perfeito em Taikodom. Um grande problema é quando se tenta equipar a nave para melhorá-la. Cada missão a pessoa recebe uma recompensa em Taiés, moeda local do jogo (existe também a moeda Hoplon que é comprada com dinheiro real e convertida em Taiés dentro do jogo). Minha primeira tentativa de aquisição foi armas melhores para minha nave, por achar as que o jogo me forneceu de curto alcance. Porém, mesmo achando que estava fazendo tudo correto, comprando uma arma para uma nave do tipo de exploração, a mesma não instalava. O jogo não informava o motivo da recusa.

Dentro também não existe nem um guia que explique o que podemos comprar para por em cada nave, algo que achei frustrante e me fez gastar vários Taiés à procura da arma certa. Essa procura toda me fez, de certa forma, ficar frustrado e desistir do jogo. Apesar disso, Taikodom é um jogo bonito, feito por mentes brasileiras. Só não podemos deixar de dizer que ainda carece de um bom manual de sobrevivência dentro do jogo, principalmente na compra de equipamentos. Nota 2/5

sábado, 21 de março de 2009 às 15:00

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MadWorld: violência num estado de arte

Nesse mês de março foi lançado oficialmente o jogo MadWorld para o Wii, um tipo de jogo que muitas pessoas duvidavam que pudesse aparecer no console, primeiro por seu excesso de violência gratuita e pela classificação adulta que ele recebeu.

Infelizmente o console da Nintendo ainda é visto pelas produtoras de jogos como um console basicamente de crianças e jogadores casuais, cenário que vem mudando nesse ano de 2009 com o lançamento de vários jogos adultos, porém MadWorld extrapola todos os níveis de violência de um game, com um gráfico estilizado imitando uma HQ estilo Frank Miller (escritor de Sin City), só podemos colocar esse game como sendo arte.Uma arte vibrante, violenta e chocante.

No início do jogo temos uma grande introdução, que nos leva a um reality show onde o desafio é matar os oponentes para chegar ao desafiante principal da fase, que é o personagem mais forte do perímetro e para fazer esse feito o jogador controla Jack, um personagem de HQ típico na força e que tem em um dos punhos uma motosserra.

Nas primeiras fases é apenas para a familiarização dos comandos e interação com os objetos dos estágios, pois Jack tem acesso a pneus, placas, latas e tudo em suas mãos são armas mortais e cada movimento com os controles é uma morte violenta e brutal, jogo que lembra muito o Manhunt, porém por expressar e copiar um mundo de HQ não choca tanto e ainda diverte.

MadWorldMadWorld

E essa diversão com morte pode assustar um pouco, e vários pais e a sociedade pode apontar o dedo e dizer que o jogo poderá criar os psicopatas de amanhã, porém como diz o rótulo, é um jogo destinado a adultos, como cigarro, cerveja e filmes pornográficos, cabem os pais conversarem com os filhos e descobrir o que ele anda fazendo nas horas de folga.

MadWorld é graficamente criativo, pois imagino a dificuldade de se criar um cenário onde as únicas cores permitidas são o preto e branco e o vermelho para representar o sangue, é como nos Simpsons onde a cor amarela é permitida apenas para a pele dos personagens, outro uso é cuidadosamente estudado.

MadWorldMadWorld

Se você gosta de HQ e violência esse jogo fará você se divertir por algumas horas, apesar de fóruns na internet disserem que o jogo é curto, mas foi um belo presente da Sega que está publicando esse jogo produzido pela Platinum Games ao console da Nintendo.

E pensar que no passado elas eram concorrentes e hoje a Sega é que está trazendo os melhores jogo para a plataforma da BigN é a ironia do destino no seu termo mais puro.Nota 5/5

Para ver o trailler aparte play:

quinta-feira, 5 de março de 2009 às 14:00

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The House of the Dead - Overkill: bem-vindo ao mundo dos filmes trash de Zé do Caixão

The House of the Dead: OverkillThe House of the Dead é uma franquia que nasceu para ser jogada em fliperamas, junto com Virtual Cop, Area 51 e tantos outros que tinham máquinas preparadas com periféricos em formas de pistolas para o estilo "shot on rails" (tradução literal: tiro sobre trilhos), onde o jogador apenas controla a mira de uma arma e a câmera se movimenta pelo cenário de acordo com o andamento do jogo.

Essa franquia esteve presente também nos consoles e computadores, mas nunca fizeram sucesso nessas plataformas. Com a popularização dos vídeos games e a queda da procura por jogos em fliperamas, o estilo estava na UTI. No mercado de jogos é comum que certos estilos de jogos deixem de funcionar, principalmente pela queda das vendas. É a lei de mercado na sua forma mais básica.

Com a entrada de mercado do Nintendo Wii e seus controles com sensores de movimentos e sensores de luz, a Sega viu a chance de reviver sua antiga franquia The House of the Dead. Em 11 de março de 2008 ela lançou os episódios 2 e 3 para o vídeo game da Nintendo, provavelmente para um teste de aceitação da franquia que vendeu na casa dos 900 mil DVDs.

The House of the Dead - OverkillThe House of the Dead - Overkill

Comprovada o funcionamento do estilo de jogo, a grande base instalada do console e o clamor por jogos mais adultos, a empresa resolveu criar o The House of the Dead - Overkill (Sega, 2009), baseando a trama nos filmes trash rodados com películas de qualidade questionável. Nesse projeto nota-se que nada é feito ao acaso, pois como o Wii não tem uma capacidade gráfica poderosa, a equipe focou mais na diversão, na jogabilidade e numa história sem muito nexo e com toneladas de sangue. Os gráficos são feios, mas compensado com uma trilha sonora de qualidade e um gameplay viciante, além de um alto fator de "replay value" (expressão que significa o ato de jogar repetidamente as fases do jogo).

A trama do jogo é uma caçada a um vilão chamado Papa Ceasar, que está fabricando mutantes e espalhando pelo mundo. Cabe então aos policiais Agente G e Isaac Washington (o policial negro mais clichê da história dos games) iniciarem a perseguição a esse criminoso. Mas antes eles se defrontam com hordas de mutantes que se interpõem no caminho. A missão do jogador é matá-los um a um. Além de salvar civis nesse meio tempo. É um jogo cheio de boas surpresas, indicado para quem tem estômago forte, gosta de muita violência e doses de humor negro. The House of the Dead - Overkill: uma trama digna de José Mojica Marins, o Zé do Caixão. Nota 4/5

Veja o vídeo promocional:

Qual nota você dá para o jogo?

sábado, 28 de fevereiro de 2009 às 06:00

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Rock Band 2: porque o show deve continuar...

Rock Band 2Rock Band 2 (Harmonix Music Systems, 2008) trouxe de volta a franquia com força máxima, sendo lançada para o console Xbox 360, depois para o Playstation 3 e por último para o Wii. Nesse último houve um pequeno vacilo por parte da produtora, que lançou o jogo depois do Natal e no meio do furacão da crise econômica.

Nas plataformas Xbox 360 e PS3, o jogo mudou um pouco em relação a sua primeira versão. Houve uma melhora nos periféricos que vem com o kit, mas mantendo a compatibilidade com os periféricos da antiga versão e com periféricos dos jogos concorrentes. E nesses consoles que possuem armazenamento foi disponibilizada a capacidade para passar as músicas da versão antiga para ser jogada na nova, como se faz igualmente com as músicas adquiridas no "Rock Band Store" via download.

A lista de música dessa versão está excelente, trazendo bandas e músicas conhecidas do grande público como Pearl Jam com Alive, Nirvana com Drain You, Foo Fighters com Everlong e muitas outras, num total de mais de 80 músicas de várias décadas. Logo é um jogo, de certa forma, bem família. Atrai desde aquele sua sobrinha emo até o tiozão punk.

Já no console da BigN, o Wii, o jogo mudou completamente de roupa, pois tudo que na primeira versão foi suprimido. Tudo graças ao clamor dos fãs e ao peso da grande venda que teve o primeiro kit lançado. Agora Rock Band 2 do Wii tem as mesmas características do jogo dessa geração. Possibilita, por exemplo, customizar o personagem e a banda e partir numa turnê local. À medida que o jogo avança, vai se tornando mundial com o sucesso da banda e o crescimento do número de fãs. A possibilidade de se jogar on-line também apareceu. E o mais importante: agora é possível comprar músicas para o jogo ficar sempre novo (outra mancada da produtora que lançou o jogo no final de 2008 e só em 2009 conseguiu colocar músicas a venda).

Como o mercado de jogos musicais está cada dia mais acirrado (temos 3 franquias, sendo 2 bem fortes), nessa nova versão além das 80 músicas que vem no jogo, o comprador ganha um bônus de 20 músicas que na loja está de graça. A lista é bem fraquinha, mas como diz o ditado "de graça até injeção na testa".

E para mostrar que vivemos num mundo conectado com a internet, o jogo procura a conexão para mandar os pontos obtidos para um ranking mundial. Também para possibilitar ao jogador a montagem de um perfil na página on-line do jogo, como se fosse um blog que guardará seus comentários e estatísticas para o mundo. Há também a possibilidade do seu avatar (personagem do mudo virtual) ser produzido em resina e mandado para sua casa. Tudo mediante compra.

Essa união do jogo com a internet e do real com o virtual, mostra que o pessoal da Harmonix não está para brincadeira e que eles são criativos e multimídia. Nota 5/5

Vídeo promocional:

Qual nota você dá para o jogo?

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009 às 06:00

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Tenchu - Shadow Assassins: elogiado pela crítica, o game decepciona quem busca adrenalina

Tenchu - Shadow AssassinsInfelizmente não conheço as quatro versões do jogo "Tenchu", por isso analisarei apenas a última versão lançada esse mês: Tenchu - Shadow Assassins (Ubisoft, 2009). Usei o console Nintendo Wii, mas logo o game sairá também para o PSP. Em se tratando de Wii não gosto de analisar gráficos, pois o videogame não é HD. Mas isso também não quer dizer que qualquer cena em 3D o jogador tem que perdoar, pois o programador tem que, ao produzir um game, tentar ao menos tirar tudo (ou quase tudo) que o hardware pode oferecer. O problema é que não é isso que esse Tenchu - Shadow Assassins mostra.

Iniciarei explicando o jogo. Você começa controlando um ninja chamado Rikimaru e a primeira missão é apenas para conhecimento dos controles e aprendizado de como agir furtivamente para matar seus inimigos e chegar a um objetivo. Nessa etapa inicial é necessário matar um mercador. Aqui fica visível o quão patético é a programação dos controles e como foi pessimamente posicionada a câmera. Ela não fica nos olhos do personagens como um FPS (first person shooter) e nem fica atrás dele como seria num TPS (third person shooter). Dica meio em diagonal para cima, a câmera mais bizarra que vi num game.

Tenchu - Shadow Assassins

Durante o jogo você tem poucas coisas a se preocupar. Basta se esconder, pegar objetos, matar os guardas que estão no caminho e ir para próxima etapa do estágio. Na parte de matar os vilões - que seria a parte sensacional do jogo - a adrenalina não corre. A nossa amiga câmera continua mal posicionada, mostrando os defeitos da sequências em que Rikimaru mata um guarda. O golpe o leva ao chão e a espada acerta o solo a um metro de distância. Talvez por ser um ninja a velocidade do golpe criou uma onda de choque que mata o inimigo, vai saber... Em outros momentos a câmera focaliza o cabelo de Rikimaru enquanto ele mata um inimigo, patético.

O jogo foi lançado no Japão e houve uma procura muito grande. Várias publicações elogiaram o jogo, criando uma expectativa enorme no ocidente. Ao ser lançado as publicações desse lado de Greenwitch fizeram o mesmo, dando boas notas ao game. A meu vê não merece tudo isso, pois nem mesmo a história consegue prender o jogador até o fim da missão. E assim o Wii ganha mais uma decepção. O lado positivo é que o console está começando a ganhar jogos adultos. Nota 2/5

Veja o trailer apertando play:

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009 às 06:00

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Need For Speed Undercover: a franquia perdeu força e não consegue mais inovar

Need For Speed UndercoverAo surgir na década de 90, Need For Speed trouxe um novo tipo de corrida, não mais as corridas legalizadas e esportivas, e sim mas as de rua, com carros reais e desejados por todos que adoram o universo automobilístico. O problema é que a indústria é muito cruel com suas galinhas de ouro, exploram a exaustão tudo que gera lucros e com essa franquia não foi diferente. Surgiram várias continuações, retirando ou adicionando elementos, porém o jogo foi ficando repetitivo e as vendas foram caindo.

Com o filme "Velozes e Furiosos" a EA viu que ela poderia dar uma sobrevida à franquia, adicionando a possibilidade de customização do carro ou "tunning" e assim surgiu o "Need For Speed Underground". No ano seguinte a temática estava de volta, porém, com um mundo a ser explorado e mais de 200km de asfalto virtual. Nascia o "Underground 2", seguido pelo "Most Wanted", "Carbon", "Pro Street" e atualmente o Need For Speed Undercover.

A temática nunca muda e agora em Undercover, temos a historinha de um policial infiltrado na turma que gosta de corridas ilegais, atrás de alguma coisa que, sinceramente, não tive a mínima vontade de ficar vendo a história. Será tão difícil assim entender que num jogo de corrida a pessoa quer correr? Fora que a trama nunca convence, vide "Most Wanted", que misturou uma atmosfera de história em quadrinhos com a disputa por subir no ranking.

Need For Speed Undercover

Tive a chance de joga o novo Need For Speed Undercover em duas plataformas: Wii e Xbox 360, logo posso analisar bem esse jogo multiplataforma, que, diga-se de passagem, me decepcionou muito.

No Wii o jogo vem com uma atualização de firmware, caso a pessoa compre um volante da marca Logitech feito exclusivo para ele. Porém muito caro para ser importado para nossa terra e não serviria para outros jogos de corrida. Seria apostar muita ficha nessa franquia. A jogabilidade melhorou muito em relação ao "Carbon" e "Pro Street" do Wii, com as curvas sendo feitas com maior precisão.

Para quem não sabe, a dirigibilidade do carro é feita usando o controle Wii-remote como um volante, o que pode fazer os acostumados com direcionais literalmente darem uma nó nos braços. Basta recordar a primeira vez que a pessoa dirigiu um carro, a idéia é por aí, porém os controles podem mudar ao adicionar o nunchuk. Os gráficos não estão bons, mesmo sabendo que no Wii o gráfico não é o forte, os desenvolvedores têm uma pontinha de culpa.

Need For Speed Undercover

No Xbox 360 posso afirmar que o jogo se transforma completamente em comparação ao Wii. É quase um outro jogo, com mais asfalto e realismo. Porém ele não surpreende, o mundo aberto não tem nada a ser descoberto como em "Undergroud 2". A pessoa se surpreende com o realismo e a sensação de velocidade que o jogo consegue passar, principalmente jogando com a câmara de dentro do carro. Mas nem tudo são flores.

Na versão do Wii os gráficos são simples demais, acho que não muito superior a de um PS2, porém no Xbox 360 mesmo com todo poder gráfico e realismo, a programação da visão da distância foi mal feita. Uma curva só será vista quando o carro já estiver praticamente em cima, não dando muito tempo para uma reação. Acho que isso deveria ter sido observado durante a produção.

O jogo não surpreende e a franquia sendo lançada todo ano não consegue tempo para pesquisar inovações, tendo dessa vez experimentada em duas plataformas e me decepcionado em ambas. Meu conselho para a EA, que mantém um fórum aberto a usuários do mundo todo, foi esquecer um "Need for Speed 2009" e partir para pesquisa para melhorar o jogo. Ou então matá-lo de vez, pois na indústria de jogos um título sem retorno não merece ver a luz do sol. Nota 1/5

Vídeo do jogo:

quinta-feira, 27 de novembro de 2008 às 07:00

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Super Street Fighter II Turbo HD Remix: uma releitura do clássico game 2D de lutas marciais

Super Street Fighter II HD RemixÉ muito difícil encontrar pessoas que não conheçam ou tenham ouvido falar no jogo "Street Fighter", pois o mesmo até filme ruim estrelado por Van Damme já foi criado.

"Street Fighter" surgiu no Japão no ano de 1987, nos famosos fliperamas, como eram conhecidos no Brasil. Porém em terras tupiniquins seu sucesso aconteceu na geração dos vídeo-games de 16-bits, disputado no Mega Driver da Sega e o SNES da Nintendo. Muitos anos se passaram, várias versões do "Street Fighter" foram lançadas e a franquia continuou existindo. Mesmo sem muito impacto nos anos entre 1991 e 1996, as tentativas da mudança para a perspectiva 3D não agradou ao público.

Agora nessa nova geração de consoles Xbox360 e PS3, o game voltou como Super Street Fighter II Turbo HD Remix (Capcom, 2008), em formato 2D, resolução de 1080p, melhor programação dos sprites e uma maior dinâmica. Street Fighter II Turbo trouxe um ar de nostalgia à velha guarda dos vídeo-games. De quebra apresentou a série para a nova geração. Paralelamente o game também aquece os joysticks para o que virá no futuro: "Street Fighter 4", jogo tão esperado quanto o novo álbum do Guns N' Roses. Porém, sem chance de decepcionar os fãs da série, o que não posso dizer o mesmo do CD de Axl Rose.

Super Street Fighter II HD Remix
Super Street Fighter II HD Remix

Street Fighter II será vendido pela Live e pela PSN por download, mas os produtores já disseram que podem portá-lo para qualquer sistema que possua um direcional em forma de cruz e 6 botões. Dessa forma, as outras plataformas que ficaram de fora podem iniciar a pressão junto ao blog da empresa para que o jogo saia para todos.

Sem dúvida "Street Fighter" marcou toda uma geração e esse regresso em formato original é um presente a todos. Mesmo apreciando vários jogos em 3D, as lutas em formato side-scroling 2D ainda são minhas preferidas, espero que esse lançamento marque uma tendência de mercado e quem sabe venha um "Top Gear HD Remix". Sonhar não custa nada. Nota 5/5

Clique em play para ver o trailer: