No Android (provavelmente o mesmo valor na Apple Store) o jogo custa R$10,04, não sendo caro, pois serão horas de diversão garantida com direito a um sistema de conquista que cria um replay value muito bom. Nessa versão, diferente da versão para Wii, existe multiplayer on-line, tentei encontrar alguma partida, mas não consegui, pois o jogo não encontrava participante, provavelmente o on-line se restrinja a dispositivos conectados numa mesma rede.
sábado, 21 de julho de 2012 às 00:00
1 [+]NBA Jam: o "boomshakalaka" agora em dispositivos móveis
NBA Jam: o "boomshakalaka" agora em dispositivos móveis
quinta-feira, 25 de março de 2010 às 15:00
1 [+]Need for Speed Nitro: a franquia continua sem direção
Need for Speed Nitro: a franquia continua sem direção
Até hoje não fui atrás de jogar as outras versões, porém sei que elas andaram em baixa por um bom tempo. Isso até o sucesso do filme "Velozes e Furiosos" e a transposição dessa linguagem para o "Need for Speed Underground". Com o sucesso veio logo o "Underground 2".
Os lançamentos anuais dos jogos da série desgastou um pouco a franquia. Todo ano era mais do mesmo, com mudanças incrementais. O que estava acarretando uma baixa venda dos jogos e péssimas indicações. A marca está atualmente na corda bamba, mas ainda não foi cancelada.
Para reerguer o jogo, adotou-se como estratégia o lançamento de dois modelos: o Nitro e o Shift. O Need for Speed Nitro (Electronic Arts, 2009) é destinado ao console da Nintendo (DS e Wii) e o Shift é dedicado aos demais. Hoje vou comentar sobre a versão Nitro, que tem uma jogabilidade do tipo Arcade, lembrando muito jogos como Cruis'n USA.
domingo, 29 de novembro de 2009 às 06:00
0 [+]New Super Mario Bros. Wii: a volta do herói às origens
New Super Mario Bros. Wii: a volta do herói às origens
Como é de praxe, a história gira em torno do rapto da Princesa Peach, que desde 1985, data de lançamento do primeiro jogo no Japão e Estados Unidos, vem sendo raptada e cabe a Mario, Luigi e dois toads salvá-la. Porém, nessa aventura existe um diferencial de todos os personagens jogarem ao mesmo tempo e não em turnos como no passado.
O fato do multiplayer local não ser em turnos foi o único rompimento com o passado, pois todos os elementos do jogo remetem ao passado da franquia, sendo praticamente uma ode a todas as aventuras do encanador. Foi revivido os castelos e suas bandeiras nos finais das fases, os oitos mundos que tínhamos no Super Mario 3, o yoshi que teve sua estréia em Super Mario World, são tantas as referências que haja parágrafos para descrevê-las, mas o melhor é que o jogo se desenvolve como antigamente, da horizontal, mesmo tendo gráficos 3D, o posicionamento de câmera é 2D, o que vai fazer muito antigo jogador que não se acostumou com a transição do Mario para o 3D, vir a jogar esse.
terça-feira, 3 de novembro de 2009 às 23:09
2 [+]Ice Age - Dawn of the Dinosaurs: o universo pré-histórico ganha vida nos games
Ice Age - Dawn of the Dinosaurs: o universo pré-histórico ganha vida nos games
Logo que peguei no joystick e comecei a controlar o estabanado Sid, percebi um jogo extremamente fácil. É divertido rodar, pular, deslizar, interagir com os outros personagens. Tudo propositalmente muito simples. De cara parece um jogo bem infantil. Logo nas primeiras fases o jogador comanda Manny, Diego, Scrat e outros personagens do filme. Evidente a jogabilidade de um mamute é menor que dos demais. Os movimentos são curtos e demorados. O tigre dente-de-sabre é o oposto. De tão ágil é quase incontrolável.
O jogo requer boa habilidade no comando da câmera e certa paciência para repertir os movimentos. O bom é que existem muitos checkpoints pelo caminho, nunca deixando o jogador sem uma segunda chance. O que mais achei divertido em Ice Age: Dawn of the Dinosaurs é a exigência de habilidades diferentes para completar o jogo. É preciso ser rápido deslizando em cipós, forte para escalar paredes, equilíbrio para andar sobre pedras, concentração na mira de alvos ambulantes. Até voar é exigido.
Foi bom jogar Ice Age: Dawn of the Dinosaurs, estou louco para assistir ao filme, mesmo sabendo que o game vai tirar um pouco o sabor das surpresas. De todo modo, deu para notar que os desenvolvedores conseguiram transportar os fãs ao universo pré-histórico dos heróis de "A Era do Gelo". Só espero que no próximo capítulo do pobre Scrat ganhe mais espaço. O joguinho 2-D (bônus dentro da história, estrelado por ele e a namorada) é extremamente divertido, merecia mais atenção.
Confira o trailer clicando no botão play da imagem abaixo.
terça-feira, 27 de outubro de 2009 às 15:00
0 [+]Wii Sports Resort: uma nova e divertida simulação esportiva
Wii Sports Resort: uma nova e divertida simulação esportiva
A estratégia usada pela Nintendo é conhecida como Oceano Azul, existindo até um livro chamado "A Estratégia do Oceano Azul", por W. Chan Kim. Ainda não li e por isso não tenho muito a escrever sobre essa estratégia. Mas foi a partir desse pensamento que o foco da empresa passou a ser os não-jogadores, ou jogadores eventuais e criou-se o Wii com uma meta bem modesta de vendas e um jogo que se tornou o carro chefe do console, o Wii Sports (2006).
O Wii Sports atraiu os olhares da mídia e logo os pontos negativos começaram a ser apontados. Como a não precisão do sensor e os movimentos mostrados não darem a impressão de realidade que o jogador esperava, era divertido, mas ainda faltava algo e esse algo foi anunciado pela empresa na E3 de 2008. Com um novo acessório chamado Wii MotionPlus, que é um adaptador contendo um sensor giroscópio que capta melhor os movimentos, deu início ao surgimento do Wii Sports Resort.
Para ter acesso a esse jogo a pessoa é obrigada a ter o acessório, sem ele o jogo não roda, faz até sentido, pois ele foi criado para mostrar a capacidade de captação do sensor de movimento que agora passa a ser próximo de 1:1. Os projetistas dizem não ser mais preciso para que os jogos não fiquem difícil demais, o que acabaria frustrando os jogadores. Mas posso afirmar que o nível de captação ficou perfeito e o jogo é muito divertido, principalmente quando se desafia seus amigos.
Assista ao trailer:
sábado, 18 de julho de 2009 às 06:00
0 [+]The Conduit: conspiração, aliengínenas e multiplayer
The Conduit: conspiração, aliengínenas e multiplayer
A campanha do jogo é curta e a história de fundo não importa muito. O importante é entrar, matar, não ser morto e ir de um ponto A para um ponto B. Com relação à trama, o jogador se encontra na pele do Agente Ford que é contratado para capturar o terrorista Prometeus. Até descobrir que estava sendo usado pelo verdadeiro vilão do jogo e terá junto de Prometeus acabar com os planos dele, algo bem manjado.
E para quem gosta de multiplayer em FPS e tem um Wii esse é um jogo que não pode faltar na coleção. Mesmo visto em sites vários problemas ocorridos no modo on-line, esse é o melhor modo do jogo. As armas são bem balanceadas (não tem faca! ainda bem) e todas têm pontos fortes e fracos. Mas a meu ver, o jogo pecou ao não ter um multiplayer local. Para compensar ele tem suporte ao wii-speak um periférico que possibilita a comunicação entre os jogadores.
Veja o trailler:
terça-feira, 21 de abril de 2009 às 10:52
3 [+]God of War II: descobrindo segredos mitológicos numa sangrenta aventura de glória e vingança
God of War II: descobrindo segredos mitológicos numa sangrenta aventura de glória e vingança
Separo minha experiência em God of War II em dois momentos. Joguei a primeira metade do game no escuro. Apanhei para encontrar respostas aos quebra-cabeças, descobrir os caminhos e entender os objetivos. Chega um momento que cansa, principalmente quando você fica remoendo uma fase sem conseguir sair do lugar. Uma boa fonte de informação nesses momentos de desespero é o YouTube. O site de vídeos foi fundamental para que eu pudesse passar de fases como "Typhon's Cavern". A galera captura o vídeo, faz uma narração ao fundo e publica. Novos tempos... Antigamente eu garimpava minhas dicas no chão das locadoras.
Com ou sem dor de cabeça, God of War II é um espetáculo aos olhos. Baseado na mitologia grega, o jogador controla Kratos, um porra-louca espartano com ódio até o último fio de cabelo. A história começa exatamente onde a primeira parou: o Olimpo. Após destronar Ares, nosso herói causa a ira dos outros deuses pelo apoio deliberado à Esparta. Ele então inicia uma fantástica jornada de destruição contra ninguém menos que Zeus, deus dos deuses. O caminho é longo e recheado de personagens surreais como Prometeu, Teseu, Perseu, Pegasus, Íkaros, Euryale. Ao fim, Kratos acerta acidentalmente Atena, levando-a a morte. Fato que nos transporta para a última fase do jogo: destruir Zeus! É como brincar de bang-bang contra o Neo em Matrix. Arrisca?
Outro fator que conquista o jogador é o carisma de Kratos. Divertido demais a forma como ele trata os inimigos. Talvez o melhor desses momentos seja visto na fase "The West Auditorium", em que Kratos usa todo ser charme para obrigar o tradutor a ler o livro mágico da Warrior's Skull. Para melhor entender, Kratos seria Jack Bauer no corpo de Conan, o bárbaro. O pior é que depois de algumas horas comandando esse louco, você se sente o próprio. Destaco também o envolvimento tridimensional gerado pelas ótimas câmeras. As imagens exploram com perfeição cada detalhe dos incontáveis cenários e ambientes. Sua única preocupação é golpear os inimigos e se divertir. O clima fica ainda mais real com a apavorante trilha sonora. God of War II: uma sangrenta aventura de glória e vingança.
quinta-feira, 9 de abril de 2009 às 12:00
4 [+]Taikodom: vivendo em bases estelares
Taikodom: vivendo em bases estelares
Primeiro sou um jogador que me considero da "velha escola" e ainda não consigo me empolgar com todos os tipos de jogos on-line e MMO é um deles. Isso porque a mecânica do jogo é quase similar à vida real. Para evoluir nesse tipo de jogo é preciso desempenhar uma tarefa específica e levá-la quase como um trabalho.
É justamente o que acontece logo que a pessoa entra em Taikodom pela primeira vez. Aparece uma historinha sobre a Terra no futuro e como o homem foi levado a ter que abandoná-la. Diz ainda que toda a população foi transferida num estado de congelamento criogênico, para ser revivido no espaço. Quando finalmente a pessoa acorda, tem que escolher uma das três ocupações: explorador, minerador e ás;
Assim que entrei como minerador, fui pegando missão atrás de missão. A atividade era basicamente minerar asteróides à procura de determinados elementos, tarefa muito chata por sinal. Sorte que dentro do jogo existe várias estações espaciais e nelas tem diferentes mercados. Cada um vendendo artigos diferenciados no jogo.
Ainda sobre as estações espaciais, cada um tem um belo desenho e recebem belos nomes em homenagem a grandes figuras da história como Julio Verne e Santos Dumont, ambas na constelação da Terra. Eu gostei muito da homenagem e penso que se um dia o Brasil tiver tecnologia espacial, seria uma boa homenagem ao nosso pioneiro da aviação.
Dentro também não existe nem um guia que explique o que podemos comprar para por em cada nave, algo que achei frustrante e me fez gastar vários Taiés à procura da arma certa. Essa procura toda me fez, de certa forma, ficar frustrado e desistir do jogo. Apesar disso, Taikodom é um jogo bonito, feito por mentes brasileiras. Só não podemos deixar de dizer que ainda carece de um bom manual de sobrevivência dentro do jogo, principalmente na compra de equipamentos.
sábado, 21 de março de 2009 às 15:00
0 [+]MadWorld: violência num estado de arte
MadWorld: violência num estado de arte
Infelizmente o console da Nintendo ainda é visto pelas produtoras de jogos como um console basicamente de crianças e jogadores casuais, cenário que vem mudando nesse ano de 2009 com o lançamento de vários jogos adultos, porém MadWorld extrapola todos os níveis de violência de um game, com um gráfico estilizado imitando uma HQ estilo Frank Miller (escritor de Sin City), só podemos colocar esse game como sendo arte.Uma arte vibrante, violenta e chocante.
No início do jogo temos uma grande introdução, que nos leva a um reality show onde o desafio é matar os oponentes para chegar ao desafiante principal da fase, que é o personagem mais forte do perímetro e para fazer esse feito o jogador controla Jack, um personagem de HQ típico na força e que tem em um dos punhos uma motosserra.
Nas primeiras fases é apenas para a familiarização dos comandos e interação com os objetos dos estágios, pois Jack tem acesso a pneus, placas, latas e tudo em suas mãos são armas mortais e cada movimento com os controles é uma morte violenta e brutal, jogo que lembra muito o Manhunt, porém por expressar e copiar um mundo de HQ não choca tanto e ainda diverte.
MadWorld é graficamente criativo, pois imagino a dificuldade de se criar um cenário onde as únicas cores permitidas são o preto e branco e o vermelho para representar o sangue, é como nos Simpsons onde a cor amarela é permitida apenas para a pele dos personagens, outro uso é cuidadosamente estudado.
E pensar que no passado elas eram concorrentes e hoje a Sega é que está trazendo os melhores jogo para a plataforma da BigN é a ironia do destino no seu termo mais puro.
Para ver o trailler aparte play:
quinta-feira, 5 de março de 2009 às 14:00
0 [+]The House of the Dead - Overkill: bem-vindo ao mundo dos filmes trash de Zé do Caixão
The House of the Dead - Overkill: bem-vindo ao mundo dos filmes trash de Zé do Caixão
Essa franquia esteve presente também nos consoles e computadores, mas nunca fizeram sucesso nessas plataformas. Com a popularização dos vídeos games e a queda da procura por jogos em fliperamas, o estilo estava na UTI. No mercado de jogos é comum que certos estilos de jogos deixem de funcionar, principalmente pela queda das vendas. É a lei de mercado na sua forma mais básica.
Com a entrada de mercado do Nintendo Wii e seus controles com sensores de movimentos e sensores de luz, a Sega viu a chance de reviver sua antiga franquia The House of the Dead. Em 11 de março de 2008 ela lançou os episódios 2 e 3 para o vídeo game da Nintendo, provavelmente para um teste de aceitação da franquia que vendeu na casa dos 900 mil DVDs.
A trama do jogo é uma caçada a um vilão chamado Papa Ceasar, que está fabricando mutantes e espalhando pelo mundo. Cabe então aos policiais Agente G e Isaac Washington (o policial negro mais clichê da história dos games) iniciarem a perseguição a esse criminoso. Mas antes eles se defrontam com hordas de mutantes que se interpõem no caminho. A missão do jogador é matá-los um a um. Além de salvar civis nesse meio tempo. É um jogo cheio de boas surpresas, indicado para quem tem estômago forte, gosta de muita violência e doses de humor negro. The House of the Dead - Overkill: uma trama digna de José Mojica Marins, o Zé do Caixão.
Veja o vídeo promocional:
Qual nota você dá para o jogo?
sábado, 28 de fevereiro de 2009 às 06:00
0 [+]Rock Band 2: porque o show deve continuar...
Rock Band 2: porque o show deve continuar...
Nas plataformas Xbox 360 e PS3, o jogo mudou um pouco em relação a sua primeira versão. Houve uma melhora nos periféricos que vem com o kit, mas mantendo a compatibilidade com os periféricos da antiga versão e com periféricos dos jogos concorrentes. E nesses consoles que possuem armazenamento foi disponibilizada a capacidade para passar as músicas da versão antiga para ser jogada na nova, como se faz igualmente com as músicas adquiridas no "Rock Band Store" via download.
A lista de música dessa versão está excelente, trazendo bandas e músicas conhecidas do grande público como Pearl Jam com Alive, Nirvana com Drain You, Foo Fighters com Everlong e muitas outras, num total de mais de 80 músicas de várias décadas. Logo é um jogo, de certa forma, bem família. Atrai desde aquele sua sobrinha emo até o tiozão punk.
Já no console da BigN, o Wii, o jogo mudou completamente de roupa, pois tudo que na primeira versão foi suprimido. Tudo graças ao clamor dos fãs e ao peso da grande venda que teve o primeiro kit lançado. Agora Rock Band 2 do Wii tem as mesmas características do jogo dessa geração. Possibilita, por exemplo, customizar o personagem e a banda e partir numa turnê local. À medida que o jogo avança, vai se tornando mundial com o sucesso da banda e o crescimento do número de fãs. A possibilidade de se jogar on-line também apareceu. E o mais importante: agora é possível comprar músicas para o jogo ficar sempre novo (outra mancada da produtora que lançou o jogo no final de 2008 e só em 2009 conseguiu colocar músicas a venda).
Como o mercado de jogos musicais está cada dia mais acirrado (temos 3 franquias, sendo 2 bem fortes), nessa nova versão além das 80 músicas que vem no jogo, o comprador ganha um bônus de 20 músicas que na loja está de graça. A lista é bem fraquinha, mas como diz o ditado "de graça até injeção na testa".
E para mostrar que vivemos num mundo conectado com a internet, o jogo procura a conexão para mandar os pontos obtidos para um ranking mundial. Também para possibilitar ao jogador a montagem de um perfil na página on-line do jogo, como se fosse um blog que guardará seus comentários e estatísticas para o mundo. Há também a possibilidade do seu avatar (personagem do mudo virtual) ser produzido em resina e mandado para sua casa. Tudo mediante compra.
Essa união do jogo com a internet e do real com o virtual, mostra que o pessoal da Harmonix não está para brincadeira e que eles são criativos e multimídia.
Vídeo promocional:
Qual nota você dá para o jogo?
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009 às 06:00
1 [+]Tenchu - Shadow Assassins: elogiado pela crítica, o game decepciona quem busca adrenalina
Tenchu - Shadow Assassins: elogiado pela crítica, o game decepciona quem busca adrenalina
Iniciarei explicando o jogo. Você começa controlando um ninja chamado Rikimaru e a primeira missão é apenas para conhecimento dos controles e aprendizado de como agir furtivamente para matar seus inimigos e chegar a um objetivo. Nessa etapa inicial é necessário matar um mercador. Aqui fica visível o quão patético é a programação dos controles e como foi pessimamente posicionada a câmera. Ela não fica nos olhos do personagens como um FPS (first person shooter) e nem fica atrás dele como seria num TPS (third person shooter). Dica meio em diagonal para cima, a câmera mais bizarra que vi num game.
O jogo foi lançado no Japão e houve uma procura muito grande. Várias publicações elogiaram o jogo, criando uma expectativa enorme no ocidente. Ao ser lançado as publicações desse lado de Greenwitch fizeram o mesmo, dando boas notas ao game. A meu vê não merece tudo isso, pois nem mesmo a história consegue prender o jogador até o fim da missão. E assim o Wii ganha mais uma decepção. O lado positivo é que o console está começando a ganhar jogos adultos.
Veja o trailer apertando play:
segunda-feira, 19 de janeiro de 2009 às 06:00
0 [+]Need For Speed Undercover: a franquia perdeu força e não consegue mais inovar
Need For Speed Undercover: a franquia perdeu força e não consegue mais inovar
Com o filme "Velozes e Furiosos" a EA viu que ela poderia dar uma sobrevida à franquia, adicionando a possibilidade de customização do carro ou "tunning" e assim surgiu o "Need For Speed Underground". No ano seguinte a temática estava de volta, porém, com um mundo a ser explorado e mais de 200km de asfalto virtual. Nascia o "Underground 2", seguido pelo "Most Wanted", "Carbon", "Pro Street" e atualmente o Need For Speed Undercover.
A temática nunca muda e agora em Undercover, temos a historinha de um policial infiltrado na turma que gosta de corridas ilegais, atrás de alguma coisa que, sinceramente, não tive a mínima vontade de ficar vendo a história. Será tão difícil assim entender que num jogo de corrida a pessoa quer correr? Fora que a trama nunca convence, vide "Most Wanted", que misturou uma atmosfera de história em quadrinhos com a disputa por subir no ranking.
No Wii o jogo vem com uma atualização de firmware, caso a pessoa compre um volante da marca Logitech feito exclusivo para ele. Porém muito caro para ser importado para nossa terra e não serviria para outros jogos de corrida. Seria apostar muita ficha nessa franquia. A jogabilidade melhorou muito em relação ao "Carbon" e "Pro Street" do Wii, com as curvas sendo feitas com maior precisão.
Para quem não sabe, a dirigibilidade do carro é feita usando o controle Wii-remote como um volante, o que pode fazer os acostumados com direcionais literalmente darem uma nó nos braços. Basta recordar a primeira vez que a pessoa dirigiu um carro, a idéia é por aí, porém os controles podem mudar ao adicionar o nunchuk. Os gráficos não estão bons, mesmo sabendo que no Wii o gráfico não é o forte, os desenvolvedores têm uma pontinha de culpa.
Na versão do Wii os gráficos são simples demais, acho que não muito superior a de um PS2, porém no Xbox 360 mesmo com todo poder gráfico e realismo, a programação da visão da distância foi mal feita. Uma curva só será vista quando o carro já estiver praticamente em cima, não dando muito tempo para uma reação. Acho que isso deveria ter sido observado durante a produção.
O jogo não surpreende e a franquia sendo lançada todo ano não consegue tempo para pesquisar inovações, tendo dessa vez experimentada em duas plataformas e me decepcionado em ambas. Meu conselho para a EA, que mantém um fórum aberto a usuários do mundo todo, foi esquecer um "Need for Speed 2009" e partir para pesquisa para melhorar o jogo. Ou então matá-lo de vez, pois na indústria de jogos um título sem retorno não merece ver a luz do sol.
Vídeo do jogo:
quinta-feira, 27 de novembro de 2008 às 07:00
1 [+]Super Street Fighter II Turbo HD Remix: uma releitura do clássico game 2D de lutas marciais
Super Street Fighter II Turbo HD Remix: uma releitura do clássico game 2D de lutas marciais
"Street Fighter" surgiu no Japão no ano de 1987, nos famosos fliperamas, como eram conhecidos no Brasil. Porém em terras tupiniquins seu sucesso aconteceu na geração dos vídeo-games de 16-bits, disputado no Mega Driver da Sega e o SNES da Nintendo. Muitos anos se passaram, várias versões do "Street Fighter" foram lançadas e a franquia continuou existindo. Mesmo sem muito impacto nos anos entre 1991 e 1996, as tentativas da mudança para a perspectiva 3D não agradou ao público.
Agora nessa nova geração de consoles Xbox360 e PS3, o game voltou como Super Street Fighter II Turbo HD Remix (Capcom, 2008), em formato 2D, resolução de 1080p, melhor programação dos sprites e uma maior dinâmica. Street Fighter II Turbo trouxe um ar de nostalgia à velha guarda dos vídeo-games. De quebra apresentou a série para a nova geração. Paralelamente o game também aquece os joysticks para o que virá no futuro: "Street Fighter 4", jogo tão esperado quanto o novo álbum do Guns N' Roses. Porém, sem chance de decepcionar os fãs da série, o que não posso dizer o mesmo do CD de Axl Rose.
Sem dúvida "Street Fighter" marcou toda uma geração e esse regresso em formato original é um presente a todos. Mesmo apreciando vários jogos em 3D, as lutas em formato side-scroling 2D ainda são minhas preferidas, espero que esse lançamento marque uma tendência de mercado e quem sabe venha um "Top Gear HD Remix". Sonhar não custa nada.
Clique em play para ver o trailer: