terça-feira, 18 de agosto de 2009 às 23:39

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Aprendendo a Viver: uma poesia musical sobre sonhos e realidade

Aprendendo a ViverEssa tem sido uma semana muito triste. Ontem soube que a mãe de uma amiga faleceu. Hoje foi a irmã de um colega de trabalho. Ambos bem próximos de mim, vivemos uma rotina de trabalho e acima de tudo compartilhamos alegrias e tristezas. Nessas horas difíceis costumo me indagar sobre nossa missão no mundo, principalmente porque nesse caso a morte levou duas pessoas jovens, que não tiveram tempo suficiente para aproveitar a vida.

Não perder tempo, fazer a vida valer a pena, contrariar a norma, assumir o risco. Todo mundo sabe dessas coisas, mas pouquíssimas pessoas têm coragem de colocar isso em prática. Uma delas é Walter Vale (Richard Jenkins), protagonista do filme Aprendendo a Viver (The Visitor, 2008) e concorrente ao Oscar na categoria Melhor Ator. Ele é um daqueles sujeitos que em toda esquina a gente encontra: homem, assalariado, meia-idade, abandonou os sonhos para viver no conforto consumista que a sociedade exige.

Aprendendo a ViverAprendendo a Viver

O resultado disso é que Walter acabou se tornando amargo, reservando suas emoções para os momentos em que está sozinho, longe do olhar inquisicional. Obrigado pela faculdade em que trabalha a viajar para Nova York para participar de uma conferência, Walter encontra alojado em seu apartamento o músico sírio Tarek (Haaz Sleiman) e a artesã Zainab (Danai Gurira), imigrantes ilegais. Surpreso e ao mesmo tempo sensível à situação, ele acaba desenvolvendo uma amizade com o casal e entrando num processo de autoconhecimento.

O roteiro é muito bom. Algumas cenas são emblemáticas, como a professora de piano decretando que ele era velho demais para aprender música. Existe mesmo isso? Duvido! Walter mostrou em Aprendendo a Viver ser absolutamente apaixonado pela música. Idependente de idade, o som aflora no bater ritmado da caneta, num um pé acompanhando o batuque do atabaque ou no assobio que imitando a gaita.

Aprendendo a ViverAprendendo a Viver

Aprendendo a Viver mostra que a vida muitas vezes é tão curta que nem dá tempo aproveitar. O filme acabou se tornando uma trágica poesia musical sobre sonhos e realidade. Esses dois lados estão equitativamente representados no filme. Por um lado somos tentados a embarcar nessa aventura intelectual do velho Walter, por outro conhecemos a dura realidade dos estrangeiros que vivem nos Estados Unidos pós "11 de Setembro". Um sinal de que mesmo naqueles momentos em que se perde o sentido da vida, a felicidade, ainda que fugaz, é possível. Nota 3/5

Confira o trailer clicando no botão play da imagem abaixo.

sábado, 8 de agosto de 2009 às 22:17

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Anjos da Noite - A Rebelião: mesmo fraco, é a melhor parte da trilogia

Anjos da Noite - A RebeliãoQuem você gostaria de ter como amigo: Tyson ou Holyfield? Quem seria um bom vizinho: John ou Paul? Quem você contrataria como motorista: Senna ou Schumacher? Quem seria o primeiro no seu time da pelada: Zico ou Maradona? Quem você chamaria pra um chazinho: romancistas ou modernistas? Não há resposta pra essas perguntas. Forças equivalentes não possuem vencedores ou derrotados.

E um exemplo disso é Anjos da Noite - A Rebelião (Underworld: Rise of the Lycans, 2009), terceiro filme da série de ação/terror. A história dessa vez explora o nascimento da guerra milenar entre vampiros e lobisomens (lycans). Ambos filhos de Alexander Corvinus, essas duas raças sobrenaturais tomaram caminhos bem distintos. Os vampiros tornaram-se elegantes e aristocráticos. Já os lobisomens, bestas selvagens sem qualquer traço de humanidade.

Anjos da Noite - A RebeliãoAnjos da Noite - A Rebelião

Viktor (Bill Nighy), o líder dos vampiros, encontra um jeito de manipular a genética dos lobisomens. Dessa experiência nasce Lucian (Michael Sheen), lobisomem com aparência humana que pode se transformar em animal sempre que desejar. O vampirão usa essa nova espécie para escravizá-los. A Rebelião começa quando Lucian assume a liderança da matilha, parte pra cima dos dentuços e engata um amor shakespeariano com a vampira guerreira Sonja (Rhona Mitra).

Anjos da Noite - A Rebelião é a melhor parte da trilogia. Ainda assim, fraco. Praticamente é um único cenário o filme inteiro. Os efeitos estão mais interessantes, mas nunca chegam a ser convincentes. O pior é que essa história tem um potencial incrível. Uma boa briga entre vampiros e lobisomens seria espetacular! Um prato cheio para explorar nossos medos e mitos. Afinal, se tivesse que escolher, quem você não gostaria de vê na festinha de aniversário de sua filha: vampiros ou lobisomens? Nota 2/5

Confira o trailer legendado clicando no botão play da imagem abaixo.

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quarta-feira, 5 de agosto de 2009 às 15:00

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Numerati: a modelagem matemática do homem

NumeratiNumerati (Editora Saraiva, 2009) é um livro escrito pelo jornalista Stephen Baker, que de uma sugestão sobre uma coluna abordando o tema matemática, acabou criando um livro sobre uma ciência que ainda está no início, mas que se propõem a ser aplicada em várias esferas da vida cotidiana do homem, desde seu voto, as suas compras nos supermercado, suas interações na internet e sua vida amorosa.

Não é segredo para ninguém que vivemos na era da informação e o livro numerati trata não dessas informações, ou que tipo elas são, mas as pessoas que estão nos bastidores captando todos os dados que geramos e tratando com fórmulas matemáticas e estatísticas para retratar nossa vida e nos conhecer melhor.

A velha máxima de conhecimento é poder fica evidente em todos os capítulos do livro, pois somos desmascarados pelas nossas compras nos supermercados, nos blogs que escrevemos e nossas pesquisas na internet, ou seja, como na astronomia podemos localizar um buraco negro, não o vendo, mas o acompanhando por fenômenos indiretos que denuncia sua presença.

A abordagem do jornalista ao criar um tipo de diálogo com o leitor suaviza a aridez do tema e o torna muito bom de ser lido, pois no momento que ele expõe nomes como processos estocásticos, vetores, dimensões e gráficos, ele conta de experiências e conversas que ele teve com matemáticos e mineradores de dados do Yahoo e da NSA (Agência de Segurança Americana).

A verdade que a matemática e a estatística nunca esteve tão presente em nossas vidas e com a capacidade de processamentos dos computadores de hoje ter crescido muito, a análise de um número enorme de variáveis por um grande banco de dados ocorre em poucos segundos e com isso várias correlações podem ser traçadas, porém o livro mostra que os dados nada nos dizem sem uma devida interpretação e nessa etapa entram também outros ramos das ciências sociais como a antropologia, a psicologia, o marketing e etc.

O livro foi sabiamente dividido em vários temas e neles são esmiuçadas todas as pesquisas feitas nessas áreas e onde se pretende chegar no futuro. Os capítulos abordam funcionários, consumidor, eleitor, blogueiro, terrorista, paciente e namorado, tudo feito com o uso de dados que facilmente deixamos espalhados por nosso cotidiano e que estão sendo agora agrupado por empresas e analisadas por numeratis.

O autor mostra que toda essa análise da nossa vida será de conhecimento de empresas e governos e levanta um componente ético, como ficará nossa privacidade? Bem para saber essa resposta e como será nossa vida de agora e daqui a vários anos, recomendo esse livro, pois os numeratis irão lhe proporcionar não apenas boas compras nos supermercados, mas uma velhice bem mais segura no futuro. Nota 4/5

sábado, 18 de julho de 2009 às 06:00

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The Conduit: conspiração, aliengínenas e multiplayer

The ConduitThe Conduit (Sega, 2009) é um FPS (first-person shooter) lançado dia 23/06 que merece a atenção dos jogadores de Wii que clamavam por jogos adultos. Esse é o primeiro jogo da High Voltagem Software, que estudou o console e criou para ele uma engine própria para esse tipo de jogo. No passado ela prometeu muita coisa, como uma quantidade enorme de inimigos na tela e um multiplayer com vários jogadores, no final ela não entregou tudo que prometeu, mesmo assim não fez feio.

A campanha do jogo é curta e a história de fundo não importa muito. O importante é entrar, matar, não ser morto e ir de um ponto A para um ponto B. Com relação à trama, o jogador se encontra na pele do Agente Ford que é contratado para capturar o terrorista Prometeus. Até descobrir que estava sendo usado pelo verdadeiro vilão do jogo e terá junto de Prometeus acabar com os planos dele, algo bem manjado.

The Conduit

Mas o forte de The Conduit não é sua trama. Podemos dá vários pontos para a jogabilidade que usa sabiamente os sensores de movimentos do nunchuk para atirar granadas e wiiremote para dá uma porrada com a arma. Pela possibilidade de customização dos elementos da tela e controles, além de ver que os gráficos estão bem feitos, nível dos gráficos de "Metroid Prime: Corruption".

E para quem gosta de multiplayer em FPS e tem um Wii esse é um jogo que não pode faltar na coleção. Mesmo visto em sites vários problemas ocorridos no modo on-line, esse é o melhor modo do jogo. As armas são bem balanceadas (não tem faca! ainda bem) e todas têm pontos fortes e fracos. Mas a meu ver, o jogo pecou ao não ter um multiplayer local. Para compensar ele tem suporte ao wii-speak um periférico que possibilita a comunicação entre os jogadores.

The Conduit

Por The Conduit ser o primeiro jogo da HVS, temos que ver que grande esforço foi colocado ali. Eles estão de parabéns! A grande notícia é que a engine para um próximo jogo está melhorando ainda mais. Basta agora torcer para que os jogos dela vendam bastante, pois o Wii está com esse grande problema. Nota 3/5

Veja o trailler:

quarta-feira, 17 de junho de 2009 às 12:30

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Fringe - 1ª Temporada: o retorno ao tema ciência e conspiração

Nota 4/5
Fringe - 1ª Temporada
O tema conspiração não é algo novo no universo dos seriados, porém o modo como os diretores e escritores conseguem renovar esse tema é algo de se tirar o chapéu. Esse é o caso de Fringe - 1ª Temporada (Fringe - Season One, 2008-2009), uma série também sobre uma conspiração que segue os mesmos moldes de "Arquivo-X", mas que conseguiu ter personalidade ímpar.

Essa série que ainda está na sua primeira temporada já traz uma boa referência que é o nome de J.J. Abrams, que também criou "Alias" e "Lost" e também o ator veterano em seriados, mas que ainda não emplacou no cinema, Joshua Jackson mais conhecido na série "Dawson's Creek".

O inicio da temporada é sobre um misterioso "acidente" aéreo singular. O avião até chegou a pousar no aeroporto com ajuda de sistemas computacionais, porém com todos abordo mortos. Nesse cenário a idéia de terrorismo assola todos os órgãos norte americanos, que mandam representantes de todas as siglas federais que eles possuem. É nessa cena o contato do telespectador com a protagonista da trama: a Agente Olivia Dunham (Anna Torv). Ela entra na cena da investigação meio contra ordem de um superior, o Agente Phillip Broyles (Lance Reddick). Esse personagem se mostrará em toda temporada como alguém ciente do que está acontecendo, mas que não tem ainda todas as peças do quebra-cabeça.

Como em todo seriado, as tramas se desenrolam sobre um eixo, seja um personagem ou um núcleo. Em Fringe a trama tem como eixo a Agente Olivia Dunham, que tem um relacionamento secreto com um agente do FBI, John Scott (Mark Valley) um personagem muito importante hiatória.

Fringe - 1ª TemporadaFringe - 1ª Temporada

Devido a esse acidente aéreo e o rumo que as investigações levaram o FBI, Olívia terá que ter acesso ao Dr. Walter Bishop (John Noble), que encontra-se internado numa instituição psiquiátrica e apenas seu filho Peter Bishop (Joshua Jackson) pode fazer e autorizar visitas. O problema é que - além de ser um gênio - tem um passado nebuloso, fato que o fez sair dos Estados Unidos e acabar no Iraque, fazendo trabalhos de alta tecnologia para quem pode pagar seu preço. Por isso Olivia teve que ir ao Iraque para convencer Peter a ajudar. O problema que devido ao acidente que levou Dr. Walter ao manicômio Peter não quer mais saber de ver o pai.

O acidente das mortes desse avião será o estopim que criará o grupo de investigação "fringe", encarregado apenas de casos bizarros e de ligá-los a uma conspiração chamada de "O Padrão". E como numa espiral, uma multinacional de alta tecnologia chamada Massive Dynamics sempre aparece envolvida com algum caso bizarro que está sendo investigado. Por toda essa temporada fica a pergunta no ar: quem realmente são os bandidos?

Para assistir o trailer aperte play:

terça-feira, 16 de junho de 2009 às 12:30

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Dexter - 3ª Temporada: procurando a humanidade

Nota 4/5
Dexter - 3ª Temporada
Dexter - 3ª Temporada (Dexter - Third Season, 2008) encontra-se diante de grandes desafios e que para ele é mais assustador que montar uma cena de crime para suas vítimas, pois devido a um incidente numa de suas ações noturnas de inclusão na casa de um traficante, ele acidentalmente mata outro homem e teve que fugir para não ser pego.

E como tudo nessa série não ocorre por acaso, esse simples fato desencadeará um turbilhão de acontecimento na vida desse serial killer. Pois além de um assassinato que saiu do controle, ele foi chamado para investigar a cena do crime e lá ele encontra Miguel Prado (Jimmy Smits), que será a peça chave de todo o seriado.

Sua irmã Megan, volta para a polícia com um novo visual e tentando ainda seu lugar ao sol para conseguir uma insígnia de detetive. Para isso ela terá que trabalhar com um policial transferido dos narcóticos. O homem é bastante suspeito e que se encontra sob investigação da corregedoria sobre mortes em que as vítimas aparecem torturadas e sem pedaços da pele.

Dexter - 3ª TemporadaDexter - 3ª Temporada

Mas com várias tramas paralelas, o foco é mesmo Dexter e sua grande amizade com Miguel. Sua tentativa de criar um laço de amizade com ele e sua relação perante a perspectiva de ser pai. Ele se enxerga como um monstro e na sua psicologia seu filho poderá herdar esses caracteres sombrios de sua vida.

Escrever sobre essa temporada, que para mim foi a melhor de todas, é um verdadeiro campo minado. Os detalhes não podem ser revelados, pois a série sempre surpreende nos últimos episódios.

Aperte play para ver o trailer:

quarta-feira, 20 de maio de 2009 às 21:17

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O Nevoeiro: polêmicas e monstros para redescobrir o poder mágico do último suspiro

O NevoeiroNossa, esse blog está entregue às moscas! Vou dá um jeito nisso resenhando um filme bastante polêmico: O Nevoeiro (The Mist, 2007), história de terror baseado num conto de Stephen King. Não conheço os livros desse rapaz, tenho até curiosidade, mas nunca tive a chance. O que chegou pra mim ao longo dos últimos anos foram alguns filmes baseados em suas obras. O primeiro deles é "O Iluminado" (leia a resenha), um dos piores da história do cinema. Depois veio "O Apanhador de Sonhos", cujo monstro escolhia o buraco menos nobre do corpo humano para se alojar. Até que recentemente lançaram "1408" (leia a resenha), suspensinho inelegível (mas legal) e agora esse O Nevoeiro.

Em momento algum O Nevoeiro renega as origens. É um filme tosco, cheio de criaturas impensáveis e dramas constrangedores. Tudo começa com uma tremenda tempestade na cidadezinha de Maine. Alguns moradores temendo a falta de mantimentos, correm ao supermercado local. Entre eles estão David Drayton (Thomas Jane) e seu filho Billy (Nathan Gamble), de apenas 8 anos (tinha que ter uma criança, né?). Porém um estranho nevoeiro toma conta dos arredores da cidade, deixando todo mundo "ilhado".

O NevoeiroO Nevoeiro

Cansados de esperar que o nevoeiro acabe, alguns corajosos se aventuram saindo do supermercado. Gritos ao longe revelam que essa não foi uma boa idéia. Surge então uma disputa política dentro do supermercado. De um lado os céticos de outro os religiosos. A cada nova tentativa fracassada de fugir do local os religiosos ganham força. Chegam ao extremo de criar uma "mini-inquisição", julgando e condenando alguns à morte. É a parte mais divertida do filme. Adoraria passar essa história numa sala de aula. Poderíamos discutir essas cenas noite adentro. Recomendo aos professores!

Depois é o puro terror-comédia. Monstros invadem o local e fazem a festa. Porém, o diretor, roteirista e produtor, Frank Darabont, deixou para o final a grande polêmica do filme. Com um revólver em punho e quatro balas no gatilho, David conseguiu escapar com seu filho, uma paquera e um casal de idosos. Eles conseguem um carro e tentam fugir para bem longe do nevoeiro. Rodam, rodam, rodam, rodam até a gasolina acabar. Nada da porra do nevoeiro dá uma trégua. O que você faria do lugar de David? Imaginando a dolorosa morte nos tentáculos do monstro, David deu um tiro na cabeça do filho, da paquera e dos idosos. Mas faltou bala pro suicídio. Macabro não acha?

O NevoeiroO Nevoeiro

A que ponto chega um ser humano num momento de desespero completo? Oferecer uma morte digna faz parte da boa conduta humana? Mesmo sem esperanças, vale a pena lutar pela vida? A quem pertence o poder da morte? Não tenho dúvidas que David fez todas essas reflexões antes de tomar a drástica decisão. O problema, para David e para o filme, é que logo em seguida ele encontra o exército americano destruindo o mostro e trazendo a paz de volta à pequena cidade. Já pensou? Muita gente não gostou justamente desse final, mas eu achei o máximo! A cena potencializou a discussão sobre a decisão de David, fazendo-nos inverter a lógica e redescobrir o poder mágico do último suspiro. É como se O Nevoeiro nos dissesse: não tentem controlar a lógica da vida. Nota 3/5

Confira o trailer legendado clicando no botão play da imagem abaixo.

terça-feira, 21 de abril de 2009 às 10:52

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God of War II: descobrindo segredos mitológicos numa sangrenta aventura de glória e vingança

God of War IIZerei God of War II (SCE Studios Santa Monica, 2007)! A meninada pode achar besteira, mas esse foi o primeiro game que conseguiu completar no meu recém comprado PlayStation2. Desde "Donkey Kong Country 3" (hehe) não me divertia tanto jogando. Hoje em dia é preciso muita paciência e boa vontade para manter o ritmo e chegar ao fim. Paciência porque a maioria dos jogos vai ficando enfadonha com o passar das fases. Boa vontade para deixar de lado as centenas de opções disponíveis no mercado, priorizando apenas uma. Pra minha sorte, God of War II é um dos melhores jogos já criados. O título é uma continuação melhorada de "God of War", vencedor de diversos prêmios na categoria ação-aventura.

Separo minha experiência em God of War II em dois momentos. Joguei a primeira metade do game no escuro. Apanhei para encontrar respostas aos quebra-cabeças, descobrir os caminhos e entender os objetivos. Chega um momento que cansa, principalmente quando você fica remoendo uma fase sem conseguir sair do lugar. Uma boa fonte de informação nesses momentos de desespero é o YouTube. O site de vídeos foi fundamental para que eu pudesse passar de fases como "Typhon's Cavern". A galera captura o vídeo, faz uma narração ao fundo e publica. Novos tempos... Antigamente eu garimpava minhas dicas no chão das locadoras.

God of War II

Outra boa fonte de dicas é o site GameVicio Brasil. Apesar de incompreensível por quem não vive o jogo, as dicas ajudam a caminhar com mais velocidade. Muitas vezes basta uma palavrinha solta para encontrar a chave de tudo que você precisa. O problema é que o excesso de dicas tira o charme do game. É como responder uma equação logarítmica com o professor soprando no ouvido. Fiquei tão viciado que acabei comprando o livro "Os Melhores Games Detonados - Edição 2008". Facilitou muito minha vida. O chato é que o livro mistura consoles e lista 15 games diferentes, dos quais apenas um ou dois interessavam.

Com ou sem dor de cabeça, God of War II é um espetáculo aos olhos. Baseado na mitologia grega, o jogador controla Kratos, um porra-louca espartano com ódio até o último fio de cabelo. A história começa exatamente onde a primeira parou: o Olimpo. Após destronar Ares, nosso herói causa a ira dos outros deuses pelo apoio deliberado à Esparta. Ele então inicia uma fantástica jornada de destruição contra ninguém menos que Zeus, deus dos deuses. O caminho é longo e recheado de personagens surreais como Prometeu, Teseu, Perseu, Pegasus, Íkaros, Euryale. Ao fim, Kratos acerta acidentalmente Atena, levando-a a morte. Fato que nos transporta para a última fase do jogo: destruir Zeus! É como brincar de bang-bang contra o Neo em Matrix. Arrisca?

God of War II

God of War II é genial. A jogabilidade é uma coisa absurda! Simples toques respondem de maneira rápida na tela. Quem apenas assiste costuma imaginar que é difícil fazer tantos golpes legais. Mas não é. Qualquer novato é capaz de ganhar desenvoltura com poucos segundos. Basta um feijãozinho com arroz para caminhar pelas fases sem problema. Evidente que depois de um tempo o jogador começa a sofisticar os golpes, combinando botões e variando nos "brutalitis". O mais difícil talvez seja finalizar as fases. Quase sempre há um chefão "invencível" a ser batido. Nesses momentos é necessário repetir a sequencia de botões que aparece na tela. Outro ponto forte é que seus erros sempre são perdoados. Morreu? Pois recomece quase do ponto exato que estava. Isso sim é estimulante.

Outro fator que conquista o jogador é o carisma de Kratos. Divertido demais a forma como ele trata os inimigos. Talvez o melhor desses momentos seja visto na fase "The West Auditorium", em que Kratos usa todo ser charme para obrigar o tradutor a ler o livro mágico da Warrior's Skull. Para melhor entender, Kratos seria Jack Bauer no corpo de Conan, o bárbaro. O pior é que depois de algumas horas comandando esse louco, você se sente o próprio. Destaco também o envolvimento tridimensional gerado pelas ótimas câmeras. As imagens exploram com perfeição cada detalhe dos incontáveis cenários e ambientes. Sua única preocupação é golpear os inimigos e se divertir. O clima fica ainda mais real com a apavorante trilha sonora. God of War II: uma sangrenta aventura de glória e vingança. Nota 5/5

segunda-feira, 13 de abril de 2009 às 17:19

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Anjos e Demônios: tirando a excitação mágica, é cópia de "O Código Da Vinci"

Anjos e DemôniosAnjos e Demônios (Editora Sextante, 2004) me persegue. Desde que descobri o enigmático "O Código Da Vinci" (leia a resenha), muita gente veio dizendo que eu precisava conhecer Anjos e Demônios, a primeira aventura do simbologista Robert Langdon. Como o filme será lançado no próximo mês, achei que esse era o momento ideal para finalmente conhecer a história. Percorri as 464 páginas sem dificuldade. O livro é fácil, a linguagem bastante simples, fatos que transformaram a leitura num momento de prazer e diversão. Méritos do autor Dan Brown. Ele desenhou uma história aparentemente séria, com muito senso de humor, ação e aventura. De quebra ele oferece um cardápio de descobertas milenares banhadas em arte e cultura. Resumindo: uma mentirinha bem contada.

Peraí... isso aí parece com o "O Código Da Vinci", ou não?! Tudo bem que Anjos e Demônios veio três anos antes, tendo sido publicado originalmente em 2000. A questão é que "O Código Da Vinci" é bem mais conhecido, tendo quase o dobro de sua tiragem. É até normal que muita gente só o tenha descoberto depois do livro da Mona Lisa. Sendo assim, Anjos e Demônios sofre com essa grande semelhança com seu irmão mais novo e mais famoso. O modelo narrativo de ambos é idêntico. Tudo começa com um misterioso assassinato e uma investigação semiótica. O corpo da vítima contém uma marca pouco conhecida. Um simbologista reconhece a imagem como pertencente a uma seita secreta. Surge uma heroína, um assassino de aluguel e um chefão secreto que irá trair todo mundo. Ah, faltou a polêmica com a Igreja Católica. Pronto!

Essa receita me deixou incomodado. É como se já soubesse a história. Isso tirou muito o brilho do livro. Por outro lado, Anjos e Demônios possui uma temática muito mais instigante: ciência e fé. Foi divertido acompanhar a guerra entre cientistas e religiosos, principalmente na perspectiva de alguém que buscava encontrar um ponto em comum entre esse dois lados aparentemente antagônicos. Gostei da forma como os Illuminati foram construídos: uma poderosa fraternidade fundada por Galileu Galilei e composta por mentes brilhantes como Bernini, eminente artista do barroco italiano conhecido por suas numerosas obras em Roma e no Vaticano. Segundo o livro, a Igreja Católica e os Illuminati travavam uma guerra que já durava 400 anos. Anjos e Demônios seria o fim dessa guerra. De posse de uma nova arma devastadora, os Illuminati ameaçam explodir a Cidade do Vaticano durante a sucessão papal. Já pensou?

Muito boa a idéia de infiltrar os Illuminati na maçonaria, na política e em todas as esferas do poder mundial, inclusive no próprio Vaticano. Anjos e Demônios explora com maestria a caçada por criptas, igrejas e catedrais, empreitada pelos protagonistas Robert Langdon e Vittoria Vetra. Os dois desvendam enigmas e seguem uma trilha que pode levar ao covil dos Illuminati. Nesse refúgio secreto está a única esperança de salvação da Igreja. Muito legal o envolvimento da história com a votação do novo papa, os detalhes das cerimônias secretas da Igreja, as bibliotecas que ninguém tem acesso, os livros que poucos podem tocar. Tudo isso com uma dupla de jornalistas oportunistas (e qual não é?) no seu encalço. Pode ter sido apenas uma estratégia narrativa para trazer realismo à história, mesmo assim achei uma bela crítica à imprensa inglesa.

Alguns debates no livro me chamaram atenção, o principal deles envolveu o assassino e o papa temporário, o Camerlengo Ventresca. Gostei da forma como o assassino definiu a Igreja e as barreiras que ela coloca para o progresso da Ciência. Mas ao mesmo tempo, e igualmente genial, foi a forma como o papa questionou a forma como os cientistas lidam com moral diante dos desafios éticos que o progresso impõe. Um bom livro, mas infelizmente não chega aos pés da excitação mágica gerada pelo "O Código Da Vinci". O mais engraçado é que a maioria das pessoas que enaltece Anjos e Demônios nunca leu "O Código Da Vinci", conhecem apenas o filme. E quem leu o livro sabe que as páginas têm muito mais sabor do que os frames. Espero que o filme de Anjos e Demônios supere ao menos isso. Nota 3/5

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sábado, 11 de abril de 2009 às 12:00

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Presos no Gelo: sustos e terror na neve

Presos no GeloPresos no Gelo (Fritt Vilt, 2006) é um filme de terror típico: um grupo de amigos viaja e a pessoa já sabe que poucos voltarão vivos para contar a história. Mas mesmo previsível o filme tem boas doses de sustos, terror sugestionado e litros de sangue. O filme apresenta um terror que lembra muito o estilo japonês. O medo é passado por algo que não é mostrado na câmera, mas que deixa sempre claro que é algo ruim. Junte a isso um ambiente claustrofóbico de um hotel abandonado.

A trama do filme é centrada num grupo de amigos que viaja para esquiar. A viagem é toda planejada, mas antes ocorre uma parada num "point" especial conhecido pelo motorista do carro Eirik (Tomas Alf Larsen). Ele está com a namorada Jannicke (Ingrid Bolsø Berdal), Morten Tobias (Rolf Kristian Larsen), Mikal (Endre Martin Midtstigen) e Ingunn (Viktoria Winge). De início não gostam do lugar por acharem uma descida fácil, mas após escalarem a montanha eles se deparam com uma bela vista e uma descida melhor ainda.

Presos no GeloPresos no Gelo

E assim eles descem a costa da montanha esquiando, fazendo manobras e aproveitando toda a aventura. Nisso Morten Tobias se desequilibra, bate numa pedra e tem com isso uma bela fratura exposta. Jannicke, que pela postura deve ser médica ou estudante de medicina, dá uma suturada na ferida. Porém, nada é dito a respeito disso, provavelmente pela curta duração do filme, apenas 90 minutos.

Nesse momento as decisões são tomadas e, como sempre, as piores são escolhidas. Por sorte eles estão próximos de um lugar abandonado em que resolvem passar a noite para cuidar melhor do doente. Deixam para resolver a situação quando amanhecer.

Presos no GeloPresos no Gelo

E podemos dizer que o filme começa quando eles entram no estabelecimento abandonado. Será lá que as mortes irão iniciar. Preparem o fôlego porque no início o suspense imposto em Presos no Gelo é muito forte. Apesar que no fim ele perde um pouco do suspense para virar apenas mais um terror comum baseado em mortes cruéis.

Meu conselho é assisti-lo na madrugada, quando a cidade estiver bem silenciosa e com todas as luzes de casa apagadas. Recomendo também o som bem alto para maximizar o medo e os sustos. Assim o filme ganha outra dimensão. Mas não espere muito, Presos no Gelo é apenas uma replicação de velhas fórmulas dos filmes de terror que já estão deveras batida no cinema. Nota 3/5

Para assistir o trailer aperte play:

quinta-feira, 9 de abril de 2009 às 12:00

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Taikodom: vivendo em bases estelares

TaikodomAcabou de ser lançado o jogo brasileiro Taikodom (Hoplon Infotainment, 2008), mas ainda no ano passado escrevi explicando um pouco da mecânica interna desse game (leia a resenha). Porém, agora irei descrever minha experiência jogando esse MMORPG (jogo de interpretação de personagem online e em massa para múltiplos jogadores).

Primeiro sou um jogador que me considero da "velha escola" e ainda não consigo me empolgar com todos os tipos de jogos on-line e MMO é um deles. Isso porque a mecânica do jogo é quase similar à vida real. Para evoluir nesse tipo de jogo é preciso desempenhar uma tarefa específica e levá-la quase como um trabalho.

É justamente o que acontece logo que a pessoa entra em Taikodom pela primeira vez. Aparece uma historinha sobre a Terra no futuro e como o homem foi levado a ter que abandoná-la. Diz ainda que toda a população foi transferida num estado de congelamento criogênico, para ser revivido no espaço. Quando finalmente a pessoa acorda, tem que escolher uma das três ocupações: explorador, minerador e ás;

Presos no Gelo

Na minha primeira experiência escolhi ser minerador. A pessoa entra num pequeno tutorial que explicará as funcionalidades básicas do jogo: como controlar a nave, pegar elementos e passar por portais. O problema é que o tutorial ainda deixa muita brecha e o novo piloto ainda tem que descobrir como usar as teclas certas do teclado para pilotar direito. A sorte que no chat do jogo tem sempre muitas pessoas dispostas a ajudar.

Assim que entrei como minerador, fui pegando missão atrás de missão. A atividade era basicamente minerar asteróides à procura de determinados elementos, tarefa muito chata por sinal. Sorte que dentro do jogo existe várias estações espaciais e nelas tem diferentes mercados. Cada um vendendo artigos diferenciados no jogo.

Presos no Gelo

As estações me atrairam muito. Isso porque depois de ficar muito chateado com o trabalho de minerador, resolvi apenas passear no espaço e cruzar os portais dimensionais contido no jogo. A primeira coisa que percebi foi a existência de portais e zonas apenas acessíveis a assinantes. Nada mais justo, pois a Hoplon é uma empresa que tem seus gastos e tem que tirar também um pouco de lucro dos usuários. Dentro do jogo ainda existem telas tipo outdoors espaciais, que poderão ser usadas para propagandas futuramente. Isso é algo que já existe em outros jogos, tendo inclusive sido utilizado pelo presidente Barack Obama durante sua campanha. Ele quando colocou uma propaganda num outdoor em "Burning Paradise", game de corrida do Xbox 360.

Ainda sobre as estações espaciais, cada um tem um belo desenho e recebem belos nomes em homenagem a grandes figuras da história como Julio Verne e Santos Dumont, ambas na constelação da Terra. Eu gostei muito da homenagem e penso que se um dia o Brasil tiver tecnologia espacial, seria uma boa homenagem ao nosso pioneiro da aviação.

Presos no Gelo

Mas nem tudo é perfeito em Taikodom. Um grande problema é quando se tenta equipar a nave para melhorá-la. Cada missão a pessoa recebe uma recompensa em Taiés, moeda local do jogo (existe também a moeda Hoplon que é comprada com dinheiro real e convertida em Taiés dentro do jogo). Minha primeira tentativa de aquisição foi armas melhores para minha nave, por achar as que o jogo me forneceu de curto alcance. Porém, mesmo achando que estava fazendo tudo correto, comprando uma arma para uma nave do tipo de exploração, a mesma não instalava. O jogo não informava o motivo da recusa.

Dentro também não existe nem um guia que explique o que podemos comprar para por em cada nave, algo que achei frustrante e me fez gastar vários Taiés à procura da arma certa. Essa procura toda me fez, de certa forma, ficar frustrado e desistir do jogo. Apesar disso, Taikodom é um jogo bonito, feito por mentes brasileiras. Só não podemos deixar de dizer que ainda carece de um bom manual de sobrevivência dentro do jogo, principalmente na compra de equipamentos. Nota 2/5

sábado, 4 de abril de 2009 às 06:00

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Absurdistão: uma comédia globalizada

AbsurdistanAbusurdistan (Alemanha, 2008) é uma comédia interessante, primeiro porque o roteiro não foi recheado de situações para forçar o riso, a comédia surge naturalmente das situações ocorridas na vila.

O filme é todo narrado em russo, apesar de que consta no imdb que o filme é Alemão e pesquisando um pouco mais descobri que os locais das filmagens foi o Arzeibaijão, mais globalizado que isso só mesmo o filme O guerreiro de jade (jadesoturi), uma produção da China com a Finlândia.

A fotografia do filme não é muito aprimorada, fato que sempre me deixa um pouco frustrado, porém o roteiro bem elaborado supriu bem essa lacuna, pois a trama está centrada num casal, Aya (Kristyna Malérová) e Temelko (Max Mauff), que nasceram no mesmo dia e na mesma hora na maternidade da cidade.

A vila em que passa a história está em decadência, não existe na região uma atividade econômica, tudo é feito para subsistência e a água chega precariamente das montanhas para um chafariz central, construção essa que foi um feito no passado, mas que custou a vida de alguns homens da vila.

Para reverter a situação do povoado, os homens da cidade mandam seus fillhos irem estudar fora, para trazer o desenvolvimento para a região, fato que deve ocorrer em todos os cantos desse planeta, porém os jovens que saíram da vila para estudar não retornaram no ônibus, mas Temelko que havia deixado sua paixão na cidade retorna, fretando um carro.

AbsurdistanAbsurdistan

O cotidiano dessa população é bem interessante e contá-la aqui seria estragar um bom gancho desse filme que no início me pareceu um roteiro machista e que no fim pareceu que continha uma mensagem feminista, mas o que vale mesmo é o trabalho e o esforço que o jovem apaixonado Temelko faz para ter sua primeira noite de amor com a jovem Aya, devido a uma greve de sexo feita pelas mulheres para protestar a falta de água na vila.

Uma comédia diferente, exótica e muito divertida, que devido a cenas eróticas não recomendaria para um público criança, mas imperdível principalmente para quem já tem uma vida a dois.Nota 4/5

Para assistir o trailler aperte play:

terça-feira, 31 de março de 2009 às 12:00

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Dexter - 2ª Temporada: o assassino continua seu trabalho noturno

Nota 3/5
Dexter - 2ª Temporada
Em Dexter - 2ª Temporada (Dexter - Second Season, 2007) o foco saiu um pouco dos assassinatos, mesmo ocorrendo, e passou a mostrar o relacionamento dele com as pessoas e sua procura por criar vínculos. Basicamente, essa nova leva de 12 episódios entra para explicar os efeitos pós o "ice truck killer" e como ele afetou a vida da família Morgan.

Dexter - 2ª Temporada inicia com a notícia no jornal de um cemitério de corpos num fundo do mar e logicamente esse "pepino" cairá na central de homicídio de Miami, lugar onde Dexter trabalha e que ainda estão perplexos com os acontecimentos do último serial killer, por isso todo o departamento iniciará as investigações desse novo assassino serial que mata e joga as vítimas no mar, porém pelo grande número de corpos o elegem o pior serial killer na ativa em Miami, o reforço do FBI é requisitado pelo fato da cidade ter acabado de enfrentar um problema recente com outro assassino.

Dexter - 2ª TemporadaDexter - 2ª Temporada

Com sempre em Dexter a história se desenrola com várias tramas em paralelos que converge para um astro central, Dexter. Temos sua irmã Debra tentando superar o fato de ter se apaixonado por um assassino, temos Rita com problema de conviver com seu ex-marido e temos Dexter que está sendo pressionado por todos os lados, por Debra, Rita (Julie Benz), Doakes (Erik King), os corpos na sala de evidência e memórias de seu pai.

A trama agora se baseia em Dexter conseguir ludibriar a polícia, seus amigos e o FBI enquanto ele lida com um relacionamento complicado com Rita e o ex-marido dela, uma inglesa ilegal e a perseguição do Sargento Doakes.

Trailler da segunda temporada:

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