quinta-feira, 10 de novembro de 2011 às 22:38

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Capitão América - O Primeiro Vingador: yankee imperialista, revela a essência do verdadeiro herói

Nota 4/5
Capitão América - O Primeiro Vingador
Comecei a gostar de desenho vendo um Capitão América rabiscado na parede da casa do meu primo. Fiquei doido com a combinação azul-vermelho do uniforme. No peito uma estrela gigante dava a imponência necessária ao herói. À frente um grande escudo redondo, com linhas simétricas e limpas. O acessório perfeito, capaz de garantir a guarda numa luta e servir de transporte em diversas situações. Foi a primeira vez que me motivei a copiar uma imagem. Na última página do caderno repliquei diversas vezes o personagem.

Com os anos perdi meu interesse. Passei a enxergar no Capitão América o estereótipo do americano imperialista. A bandeira dos EUA em forma de uniforme, o recrutamento militar, a defesa de um mundo ao modelo yankee. O livro "A Invasão Cultural Norte-Americana" trouxe bons ensinamentos nessa delicada balança cultural. Então passei a repelir todos esses símbolos. Quando a fase rebelde passou, voltei a consumir quadrinhos sem o peso na consciência. Comecei com Superman, Batman, Homem-Aranha, Hulk. Mas inevitavelmente acabaria tendo que me encontrar com o Capitão América.

Capitão América - O Primeiro Vingador Capitão América - O Primeiro Vingador

segunda-feira, 7 de novembro de 2011 às 18:55

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Cilada.com: comédia do cotidiano deixa um gosto de déjà vu

Nota 3/5
Cilada.com
A internet é uma poderosa ferramenta. Nos últimos anos ele globalizou a intimidade de casais, amplificou pequenos deslizes e deu fama a milhares de anônimos. Em minutos a vida é alterada e a rotina revista. Já imaginou estrelar um vídeo sexual no YouTube? Pode acontecer com qualquer um. Na era das redes sociais, duas figuras surgem como potencialmente mais destrutíveis: namoradas vingativas e cafajestes virtuais. E como seria um encontro desses?

A comédia brasileira Cilada.com explora esse poder. No filme, Bruno (Bruno Mazzeo) briga com a namorada (Fernanda Paes Leme). Em represália ela põe um vídeo comprometedor na internet. A constrangedora situação garante boas risadas. Mas fiquei com uma sensação de déjà vu. Talvez pela pressão por bilheteria algumas "ciladas" que fizeram sucesso na série foram recicladas. Quem já vinha acompanhando na TV deve ter achado um pouco sem graça.

Cilada.com Cilada.com

domingo, 6 de novembro de 2011 às 10:48

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Kung Fu Panda 2: a melancólica jornada espiritual do urso adotivo

Nota 2/5
Kung Fu Panda 2
Um dos temas mais interessantes da biografia do Steve Jobs é a relação entre ele e sua família biológica, especialmente com o pai. Depois de muito tempo procurando, ele localizou o pai, mas não fez contato. Decidiu não revelar o assunto. Mesmo depois da história se tornar pública, não quis conhecê-lo pessoalmente. Histórias assim sempre emocionam pelo trauma do abandono, da rejeição. Porém, acima dessa mágoa existe uma ânsia, um desejo incontrolável em descobrir quem somos e de onde viemos.

Funciona assim com os homens. Funciona assim com os pandas. A prova é o herói de Kung Fu Panda 2. Filho adotivo, nesse filme ele terá que superar feridas do passado, perdoar os pais e conseguir a sua "paz interior". Não será fácil. Sem ela, nem mesmo o Grande Dragão Guerreiro terá forças suficientes para derrotar centenas de lobos selvagens, destronar o poderoso herdeiro do pavão clã governante da cidade dos mestres chineses e impedir que o terrível canhão de pólvora conquiste o mundo.

Kung Fu Panda 2 Kung Fu Panda 2

quinta-feira, 3 de novembro de 2011 às 15:49

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Steve Jobs - A Biografia: intrigas, descobertas e revoluções numa pequena fábrica de arte

Nota 4/5
NOME
Steve Jobs está no panteão de grandes gênios da humanidade. Ele transformou o Apple II no primeiro computador pessoal. Revolucionou o mercado da informática doméstica com a interface gráfica do Macintosh. Inaugurou o milagre da imaginação digital com "Toy Story" e outros grandes sucessos da Pixar. Reinventou o varejo por meio das Lojas Apple. Mudou a forma como consumimos música com o iPod. Lançou o iPhone e criou da noite para o dia uma nova indústria de aplicativos para dispositivos móveis. Remodelou o computador portátil através do iPad. Criou a Apple, empresa de tecnologia mais valiosa do mundo!

É difícil não ter curiosidade sobre um sujeito desses. A morte precoce só serviu para alimentar esse desejo em descobrir os caminhos trilhados nessa história. Por isso fui um dos primeiros a comprar o livro Steve Jobs - A Biografia (Ed. Companhia das Letras, 2011). Particularmente nunca tive um produto Apple. Também não era fã do empresário. Meu interesse na biografia se deu pelo grande número de opiniões e comentários que explodiram nas últimas semanas. Mais ainda pelo fato de que Jobs e Apple sempre foram uma caixa preta. É difícil encontrar um material oficial em que se possa confiar. Agora já é possível considerar esse livro como o mais importante registro já publicado.

O autor da proeza é Walter Isaacson, experiente jornalista que dedicou dois anos de sua vida para concluir trabalho. Foram mais de 40 entrevistas apenas com o Steve Jobs. E o resultado é excelente. Ele conduziu a biografia de forma bem didática, inteligente, temporal, misturando depoimentos, textos de revistas, livros e discursos. São quase 600 páginas e umas 300 histórias. Algumas delas ele repete, de modo a passar um novo ponto de vista sobre os acontecimentos. Segundo ele deixa claro desde o início, essa foi uma biografia encomendada pelo próprio Jobs. Mas em nenhum momento houve interferência, crítica ou limitação ao trabalho do autor.

quarta-feira, 2 de novembro de 2011 às 16:49

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Ricardo Vignini e Zé Helder - Moda de Rock: o inimaginável encontro da viola com lendas do rock 'n' roll

Nota 5/5
Ricardo Vignini e Zé Helder - Moda de Rock
No final de 2002, fui chamado a trabalhar em Belo Horizonte. Passei três meses longe de casa. Uma das boas lembranças dessa época é a comida mineira. Todos os domingos percorria o centro da cidade em busca de um boteco com forno à lenha. Certa vez encontrei um lugar com música ao vivo e um bom feijão tropeiro.

O sujeito no pequeno palco improvisado, empunhava uma viola e tocava uma adaptação de "Knockin' on Heaven's Door", seguindo com "Chão de Giz" e "Vila do Sossego". Eu sempre gostei da beleza pura dos instrumentos de corda. Pra mim um dos gênios nesse estilo é Zé Ramalho. E naquela noite esse repertório folk nordestino serviu para aquecer a alma.

Pois nesses dias caiu em minhas mãos o álbum instrumental Moda de Rock - Viola Extrema (2010), da dupla Ricardo Vignini e Zé Helder. Ao som da mais clássica viola mineira, eles desenvolvem surpreendentes versões de hinos do rock 'n' roll. Lendas como Pink Floyd, Jimi Hendrix, Iron Maiden e Sepultura, recebem uma camada brasileiríssima da boa e velha viola matuta.

sábado, 8 de outubro de 2011 às 20:54

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Piratas do Vale do Silício: um filme para destruir o romantismo por trás do sucesso de Steve Jobs e Bill Gates

Nota 4/5
Piratas do Vale do Silício
No último dia 5 o mundo perdeu Steve Jobs. Anônimos de todos os cantos prestaram suas homenagens. Líderes governamentais lamentaram a morte do empresário. Applemaníacos acordaram atordoados sem o calor do Grande Irmão. Até os concorrentes - antes de reformular os planos quinquenais - divulgaram condolências. Era o fim da trajetória de um dos maiores gênios da nossa geração.

Sempre que algo assim acontece, pesquiso sobre o legado deixado pelo personagem, as influências e circunstâncias que transformaram o homem no mito. No caso de Steve Jobs, a primeira coisa que fiz foi repensar minhas críticas sobre o recém-lançado iPhone 4S. Inclusive passei a economizar grana para adquirir o gadget. Logo em seguida comprei o livro "Steve Jobs: A Biografia", de Walter Isaacson.

Piratas do Vale do Silício Piratas do Vale do Silício

terça-feira, 13 de setembro de 2011 às 07:00

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Netflix desembarca no Brasil

Netflix

O serviço Netflix chegou ao Brasil no dia 05 de setembro, no meio geek o anúncio não foi surpresa porque desde o início do ano de 2011 a empresa já anunciava que iria iniciar suas operações na América latina, iniciando pelo Brasil.

Para quem não conhece o serviço e nunca ouviu falar, em termos rasteiro, é como se fosse um Youtube especializado na distribuição de filmes e programas de TV pela internet, o que no passado quis se chamar de IPTV, hoje é conhecido como video on-demand, usando a internet como meio de distribuição.

Vejo futuro nesse tipo de iniciativa, pois em termos globais a oferta de banda de internet pra usuários domésticos tende a crescer. Assinei o serviço poucos dias após sua chegada e atualmente estou aproveitando o mês grátis que o serviço proporciona para novos assinantes,mas antes li vários reviews para não cair de paraquedas no serviço com uma expectativa muito elevada.

sábado, 3 de setembro de 2011 às 15:36

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Piratas do Caribe 4 - Navegando em Águas Misteriosas: uma fonte da juventude para ressuscitar Jack Sparrow

Nota 4/5
Piratas do Caribe 4 - Navegando em Águas Misteriosas
Estamos vivendo uma guerra cibernética sem precedentes. Há alguns meses os piratas virtuais vêm causando pânico em governos e grandes corporações. A revista Info (Ed. 306 / Ago-2011) trouxe uma interessante matéria sobre o assunto, demonstrando os impactos mundiais desse conflito. Considerados inimigos, alguns desses hackers são tão admirados que acabam trocando de lado. É o caso do jovem de 19 anos que desbloqueou iPhone e foi contratado pela Apple.

O mundo da ficção não é muito diferente. Em Piratas do Caribe 4 - Navegando em Águas Misteriosas o Rei da Grã-Bretanha contrata ninguém menos que Jack Sparrow (Johnny Depp) para liderar uma caçada à Fonte da Juventude. O enredo é baseado no aclamado livro de Tim Powers, chamado "On Stranger Tides" e publicado originalmente em 1987. A aventura conta com a participação do lendário Barba Negra (Ian McShane), a apaixonante Angelica Malon (Penélope Cruz) e o perna-de-pau Capitão Barbossa (Geoffrey Rush).

Piratas do Caribe 4 - Navegando em Águas Misteriosas Piratas do Caribe 4 - Navegando em Águas Misteriosas

domingo, 21 de agosto de 2011 às 01:34

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O Besouro Verde: a sádica e audaciosa história do super-herói mais divertido dos quadrinhos

Nota 4/5
O Besouro Verde
Ingênuos e hiperpoderosos. Assim eram os primeiros heróis do mundo. "Super-Homem" (1938), "Batman" (1939), "Lanterna Verde" (1940), todos nasceram na "Era de Ouro" dos quadrinhos. Em comum a linguagem leve e situações engraçadas. As histórias só passaram a ser sombrias nos anos 80, muito culpa de "Watchmen" (1986) e "Cavaleiro das Trevas" (1986). Hoje dão muita importância aos mascarados, tando que alguma adaptações estão entre os filmes mais assistidos de todos os tempos.

Fazendo justamente o oposto, O Besouro Verde resgata os bons e velhos tempos em que os heróis tinham senso de humor. O personagem que dá nome ao filme nasceu em 1936, originalmente numa série radiofônica criada por George Trendle e Fran Striker. Em 1966 o Besouro migrou pra televisão, que curiosamente contava com Bruce Lee no elenco. Só depois que a história foi parar nos quadrinhos, onde finalmente encontrou o sucesso que merecia.

O Besouro Verde O Besouro Verde

sábado, 20 de agosto de 2011 às 15:38

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Transformers - O Lado Oculto da Lua: um traumático experimento pavloviano mecanicamente programado

Nota 1/5
Transformers - O Lado Oculto da Lua
Fui um dos milhões de aficcionados pelos robozinhos da Hasbro que lotaram as sala de cinema ao redor do mundo para assistir "Transformers: O Filme" (2007). Satisfeito, fui embora com a sensação que o filme havia conseguido capturar a essência da brincadeira. Dois anos depois fui vê "Transformers 2 - A Vingança dos Derrotados" (2009). Fiquei decepcionado com a falta de argumentos e a poluição visual. Os pobres Decepticons foram jogados no lixo, como um brinquedo velho.

Tenho uma filosofia de vida que preza pelo aprendizado. Tento não errar duas vezes, por isso prometi não gastar tempo/dinheiro assistindo à terceira parte da trilogia: Transformers - O Lado Oculto da Lua. O problema são as influências. Primeiro foi o pessoal do site Omelete, que falou maravilhas do filme. Depois vieram os amigos elogiando tudo, da bunda da Rosie Huntington-Whiteley ao apelo histórico dado pelo diretor Michael Bay.

Transformers - O Lado Oculto da Lua Transformers - O Lado Oculto da Lua

domingo, 14 de agosto de 2011 às 19:54

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Falling Skies - 1ª Temporada: homens, aliens e uma guerrilha urbana cheia de interrogações

Nota 3/5
Falling Skies - 1ª Temporada
No dia 25 de junho um esquadrão de OVNIs invadiu Londres (veja aqui). O vídeo amador foi destaque no G1, The Sun, The Telegraph e todos os portais do mundo. Eu fiquei muito preocupado. Tenho duas filhinhas. Para minha surpresa, ninguém deu bola pra isso. No trabalho o pessoal até riu da situação. Acho que a turma só vai colocar o assunto seriamente em pauta quando o pior acontecer.

Falling Skies - 1ª Temporada é a mais recente obra de ficção sobre o assunto. Criada por Robert Rodat e Steven Spielberg, a série televisiva da TNT explora um cenário pós-invasão alienígena. Um grupo de humanos tenta sobreviver diante de um adversário mais forte e organizado. Jovens e crianças participam ativamente da guerrilha urbana. Já nos primeiros episódios somos apresentados a robôs gigantes e criaturas aracnídeas.

Falling Skies - 1ª Temporada Falling Skies - 1ª Temporada

sábado, 13 de agosto de 2011 às 23:38

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Super 8: um filme de monstro para revigor o espíritos dos cinéfilos mais nostálgicos

Nota 5/5
Super 8
Provavelmente é saudosismo, mas eu acho os filmes da década de 80 bem mais divertidos que os atuais. Clássicos como "E.T. - O Extraterrestre" (1982), "Os Goonies" (1985) e "Conta Comigo" (1986), assisto até hoje. São histórias rebeldes, com o frescor da pré-adolescência, cheias de descobertas, aventuras e um senso de humor verdadeiramente puro. Hoje em dia não há espaço na pra esse tipo de roteiro.

Pois para minha surpresa, J.J. Abrams apresenta Super 8. O título é pouco convidativo, eu sei. Ele faz referência ao nome do formato cinematográfico desenvolvido nos anos 60 pela Kodak, como um aperfeiçoamento do antigo 8mm. É com uma câmera dessas em mãos, que o grupo de garotos que protagoniza o filme dá início a uma aventura com zumbis e monstros.

Super 8 Super 8

quinta-feira, 12 de maio de 2011 às 01:13

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Jogos Mortais - O Final: uma desculpa esfarrapada para estripar pessoas

Nota 1/5
Jogos Mortais - O Final
Uma das brincadeiras mais divertidas de minha meninice era colecionar figurinhas. Lembro de um álbum sobre filmes de terror que foi o maior sucesso na escola. Os cromos mais legais mostravam os bastidores das gravações. Máscaras de látex, truques de maquiagem, fantasias de gesso. Na época o grande ídolo era Freddy Krueger. Perdi muito sono por causa daquele rosto deformado. O álbum acabou me ajudando a superar os pesadelos.

De lá pra cá muita coisa mudou. Os filmes de terror estão mais explícitos. Não bastam gritos, sombras e sugestões. A recorrência tem se pautado em tripas, mutilações e gratuidade. Jogos Mortais - O Final é o símbolo máximo dessa geração. Os produtores anunciaram que esse é o último capítulo da saga de Jigsaw (Tobin Bell), eu duvido. Por mais saturada, a fórmula sempre encontrará curiosos atrás das novas pegadinhas do serial killer.

Jogos Mortais - O Final Jogos Mortais - O Final

terça-feira, 10 de maio de 2011 às 20:02

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O Turista: um improvável casal nos mostrando que a felicidade é perigosa e custa caro

Nota 3/5
O Turista
Recente pesquisa da Wharton School, mais antiga e conceituada escola de Administração dos Estados Unidos, apontou taxativamente que sim, dinheiro traz a felicidade. Nessa linha, dois conceituados estudiosos da Universidade de Princeton definiram "o preço": US$ 75 mil/ano (cerca de R$ 11 mil mensais). A revista Planeta (Ed. 463 / Abr-11) repercute os números, concluindo que a fonte mais duradoura de felicidade são os laços entre as pessoas.

O Turista vende essa máxima. O filme é estrelado pela dupla mais quente de Hollywood: Angelina Jolie e Johnny Depp. Inicialmente ela é Elise, uma fugitiva da Scotland Yard. Ele, Frank , se diz um professor de matemática que passeia na Itália. Com o poder de atratividade e convencimento que só ela tem, o potencial idiota acaba sendo seduzido a uma aventura envolvendo a máfia russa.

O Turista O Turista

domingo, 8 de maio de 2011 às 14:33

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O Discurso do Rei: uma aula de oratória que valeu o prêmio de melhor filme do ano

Nota 3/5
O Discurso do Rei
Até hoje repercute o casamento do príncipe William com a plebéia Kate Middleton. É incrível como o Reino Unido gosta desse tipo de evento. Desde a morte da Diana não via tanta repercussão sobre um evento social. A família real, que não é boba nem nada, fez vista grossa para o uso comercial que os oportunistas estão fazendo da imagem do jovem casal. Com isso os dois ficam cada vez mais populares. Bom para a Monarquia, que finalmente irá respirar após alguns anos de críticas da população e deboche da imprensa.

Historicamente eu compreendo a importância de algumas dinastias que dominaram o mundo. Mas hoje em dia esse tipo de herança genética não combina com os ideais democráticos de justiça social e meritocracia. Acho inclusive uma hipocrisia a Inglaterra liderar uma guerra contra a ditadura da Líbia, enquanto a maior delas está em Buckingham. Lógico que nesse caso o poder do monarca britânico é apenas simbólico, mas em todo caso, há um coroa e todos os privilégios que nenhum plebeu detém.

O Discurso do Rei O Discurso do Rei