domingo, 5 de setembro de 2010 às 15:21

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Os Mercenários: um apanhado de decadentes e problemáticos brucutus descerebrados

Nota 2/5
Os Mercenários
O Brasil é um país permissivo. O povo aceita impostos altos e benefícios zero. Nossos políticos são corruptos. Há muita violência urbana. Temos um dos maiores abismos sociais do mundo. A fome diariamente bate à nossa porta. Convivemos com pobreza e miséria. Mas no final das contas, o brasileiro é feliz, acolhedor. Tratamos bem nossos turistas. Compartilhamos até mesmo o que não temos. Somos assim.

O problema é quando alguém abusa dessa hospitalidade. O Sylvester Stallone, por exemplo, veio ao país para gravar cenas do filme Os Mercenários (The Expendables, 2010). Quando foi embora, disse o seguinte sobre o Brasil: "Lá você pode atirar nas pessoas, explodir coisas e eles dizem 'obrigado, e leve um macaco'. Os policiais usam camisetas com uma caveira, duas armas e uma adaga cravada no centro. Já mostra o quão problemático é aquele lugar".

Os Mercenários Os Mercenários

sábado, 28 de agosto de 2010 às 11:35

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Halloween - O Início: um pequeno lúcifer recontando a origem do mal

Nota 4/5
Halloween - O Início
Com tanta violência nos cercando fica difícil um filme de terror provocar algum medo. Com isso, a estratégia dos cineastas tem sido inundar a tela com carnificina explícita. O problema é que até isso já saturou. Hollywood então começou a apelar para a origem de velhos clássicos. Foi assim com "O Massacre da Serra Elétrica" e "Sexta-Feira 13". Assisti aos dois, mas nada de especial me chamou atenção.

Foi quando desenterrei Halloween - O Início (Halloween, 2007). Acabei encontrando o que tanto procurava: um filme de terror pra ter medo da vida. Halloween tem esse poder. Ele nos instiga a pensar sobre velhos tabus. Todo mundo merece viver? O mal é inato? O que fazer com os incuráveis? A ciência conseguirá identificar tendências assassinas? A sociedade aceitará uma triagem genética?

Halloween - O Início Halloween - O Início

sábado, 7 de agosto de 2010 às 15:42

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Kick-Ass - Quebrando Tudo: uma comédia debochada que embaralha nossas fantasias de herói

Nota 4/5
Kick-Ass - Quebrando Tudo
Em 2008, depois de uma overdose de super-heróis multicoloridos, "Hancock" nos apresentou um personagem alcoólatra, maltrapilho, impulsivo e canastrão. Características bem diferentes do que nos acostumamos a vê em Superman, Homem-Aranha e até mesmo Batman. O filme trazia um sujeito com superpoderes, mas não queria usá-los em defesa dos fracos e oprimidos (leia a resenha).

Esses dias assisti Kick-Ass - Quebrando Tudo (Kick-Ass, 2010), que é justamente o oposto de Hancock. O longa conta a história de Dave Lizweski (Aaron Johnson), definido por ele próprio como um estudante medíocre (na acepção matemática da palavra). Indignado com as pequenas injustiças cotidianas de seu mundo adolescente, ele põe em prática uma ideia espantosamente inédita: virar super-herói.

Kick-Ass - Quebrando Tudo Kick-Ass - Quebrando Tudo

sábado, 31 de julho de 2010 às 15:27

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Igor: filho bastardo de Frankenstein, animação passa longe do carisma original

Nota 1/5
Igor
Frankenstein, romance da escritora britânica Mary Shelley, é uma das obras mais influentes de todos os tempos. Quase dois séculos após a publicação da clássica versão de 1831, o terror gótico do Moderno Prometeu continua despertando a imaginação de nossos artistas. A história do monstro incontrolável que ganha vida a partir de matéria morta, representa um amálgama de muitos dos nossos medos. Talvez por isso faça tanto sucesso.

Igor (Igor, 2008), animação da Europa Filmes numa parceria entre EUA e França, é um exemplo da força do moderno Frankenstein. Dirigido por Anthony Leondis com roteiro de Chris McKenna, o filme usa o mito como pano de fundo para uma história controversa. Na briga pelo Oscar 2009, Igor se passa em uma cidade amaldiçoada por uma eterna tempestade. Administrada por uma monarquia absoluta, o evento mais significativo do lugar é um concurso anual de invenções malignas. A comédia gira em torno da briga por esse prêmio.

Igor Igor

domingo, 23 de maio de 2010 às 00:31

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O Lobisomem: um clássico de terror como manda o manual

Nota 3/5
O Lobisomem
A revista Mundo Estranho (ed. 98 / abr-10) fez um tete-a-tete entre os dois maiores mitos do terror no cinema. De um lado os vampiros, cuja lenda se tornou imortal em 1897, através da publicação do romance "Drácula", de Bram Stoker. No lado oposto aparecem os lobisomens, que segundo a mitologia grega teriam surgido através de Lycaon, rei da Arcádia. Ele ofereceu carne humana a Zeus, que, enfurecido, o transformou em lobo como punição. Daí a origem do termo grego "lykantropos", que significa "aquele que vira lobo". No embate da revista os vampiros vencem.

Quem não deve ter acreditado nisso é o pessoal da cidadezinha de Talbot Hall, interior da Inglaterra. A morte de aldeões durante a lua cheia provocou terror na população, obrigando a Scotland Yard intervir no caso. É assim que começa O Lobisomem (The Wolfman, 2010), filme do diretor Joe Johnston. O longa explora a licantropia sob dois aspectos. Na visão da psiquiatria, o mal que se abate na cidade é apenas um distúrbio em que o indivíduo pensa ser ou ter sido transformado em qualquer animal. Havendo tratamento.

O Lobisomem O Lobisomem

quinta-feira, 20 de maio de 2010 às 19:01

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Alice no País das Maravilhas: uma bem-humorada homenagem a mais singular das histórias infantis

Nota 5/5
Alice no País das Maravilhas
Minha filha não se chama Alice, mas foi quase. Por muito pouco não fiz essa homenagem à personagem de Lewis Carroll. Minha obsessão pela fábula inglesa tem muito a ver com as características da menina loira. Ela olha um coelho correndo e se pergunta: por que não? E sai atrás do orelhudo. Enxerga um vidrinho escrito "beba-me" e experimenta. Percebe a empáfia de uma lagarta e a encara. Dá de ombros para as maluquices de um chapeleiro. Peita uma rainha de frente.

Essa é Alice. Corajosa, decidida. Alice é uma menina, topa desafios sem medir as consequências de seus atos. Alice é nosso sonho, nosso avatar. Alice é aquela criaturinha que passa voando de bicicleta sem se importar com o que a espera no outro lado da esquina. Que sobe numa árvore sem calcular o peso sobre a galha. Que se arrisca, se propõe, se entrega. Alice é isso. Alice é mais do que isso.

Alice no País das Maravilhas Alice no País das Maravilhas

sábado, 3 de abril de 2010 às 23:59

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Eric Clapton - A Autobiografia: revelando demônios na guitarra de um deus

Nota 5/5
Eric Clapton – A Autobiografia
A era dos paparazzi acabou! E sabe de quem é a culpa? Do Twitter. Atrás de novos seguidores as próprias celebridades estão expondo sua intimidade. O hollywoodiano Ashton Kutcher, por exemplo, postou no microblog o cofrinho da namorada Demi Moore. O Luciano Huck, a ferida no dedo da amada Angélica. Até a atriz Carolina Dieckmann, que processou um programa por invadir sua privacidade, já publicou fotos de sua rotina familiar.

Mesmo com essa inversão no papel de bisbilhoteiro, nada parece ter mudado: continuamos interessados na vida alheia. O chato é que no Twitter a fofoca chega em migalhas. Para quem não tem paciência pra isso, existe outra boa maneira de conhecer a vida dos famosos: o livro de memórias. Foi seguindo meus instintos de xereta que comprei Eric Clapton - A Autobiografia (Editora Planeta, 2007).

Como a maioria das pessoas, conheci Eric Clapton através da música "Tears in heaven". Eu era moleque, passeava na casa dos 10-11 anos. Um amigo tocou a música no violão, enquanto me contava a trágica história que havia inspirado Clapton: a morte do próprio filho. Desde então não esqueço os acordes, a letra e a melodia. Depois vieram outros sucessos como "Wonderful tonight" e "Layla", mas aí eu já era um seguidor.

terça-feira, 30 de março de 2010 às 15:30

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Star Wars e a Filosofia: desvendando um gigantesco amálgama de arquétipos culturais

Nota 4/5
Star Wars e a Filosofia
Cinema é entretenimento, diversão. Eu até assisto dramas reais que retratam nosso mundo doente e sem esperança, mas em geral vou atrás das aventuras com heróis encapuzados e histórias de coragem e redenção. Star Wars proporciona isso. Cada minuto da fantástica saga de George Lucas oferece uma experiência mágica e revigorante.

Só que por baixo dessa vestimenta simples, Star Wars se revela um gigantesco amálgama de arquétipos culturais. Pelo menos foi essa a conclusão que cheguei ao fim do livro Star Wars e a Filosofia (Editora Mandras, 2005). A publicação - coordenada por William Irwin - é uma coletânea de estudos filosóficos de Jason T. Eberl e Kevin S. Decker.

São 17 trabalhos que apresentam novos significados às eternas perguntas da filosofia. Para que serve a guerra? Existe uma força poderosa controlando tudo? O amor leva ao ódio? A república é o melhor caminho? Quais os direitos dos clones, robôs e outros seres? Somos todos maus por natureza? Você pode fugir do seu destino?

Essas provocações nos instigam há séculos, mas o mérito de Star Wars foi combinar essa temática familiar com um ultra-realismo visual. Isso tornou o filme plausível, especialmente em temas subjacentes como a "tecnologia da humanização". Esse – que talvez seja o maior legado do filme – significa tratar produtos mecânicos da tecnologia como se eles tivessem vida, capacidade de pensar, sentir e gerar interações racionais e emocionais com as pessoas.

quinta-feira, 25 de março de 2010 às 15:00

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Need for Speed Nitro: a franquia continua sem direção

Nota 2/5
Need for Speed Nitro
"Need for Speed" é um dos jogos que ainda me trás um pouco de saudosismo, pois foi o primeiro jogo de corrida que gostei no meu antigo PC 486. Depois dele joguei a versão 2 e 3, abandonando a série por falta de um bom hardware e um vídeo game decente.

Até hoje não fui atrás de jogar as outras versões, porém sei que elas andaram em baixa por um bom tempo. Isso até o sucesso do filme "Velozes e Furiosos" e a transposição dessa linguagem para o "Need for Speed Underground". Com o sucesso veio logo o "Underground 2".

Os lançamentos anuais dos jogos da série desgastou um pouco a franquia. Todo ano era mais do mesmo, com mudanças incrementais. O que estava acarretando uma baixa venda dos jogos e péssimas indicações. A marca está atualmente na corda bamba, mas ainda não foi cancelada.

Para reerguer o jogo, adotou-se como estratégia o lançamento de dois modelos: o Nitro e o Shift. O Need for Speed Nitro (Electronic Arts, 2009) é destinado ao console da Nintendo (DS e Wii) e o Shift é dedicado aos demais. Hoje vou comentar sobre a versão Nitro, que tem uma jogabilidade do tipo Arcade, lembrando muito jogos como Cruis'n USA.

Need for Speed Nitro

sábado, 20 de março de 2010 às 15:00

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Caim: um livro, um crime, uma sentença

Nota 5/5
Caim
Caim (Editora Companhia das Letras, 2009) é daqueles livros que depois de terminados ficam na memória. Especialmente daqueles, que como eu, nunca haviam lido um José Saramago. Outro ponto que posso apontar: o livro ganha uma dimensão maior caso o leitor tenha um bom conhecimento das histórias do Velho Testamento. Elas farão parte da jornada errante percorrida pelo personagem título.

Mesmo tendo frequentado por alguns anos um escola religiosa e tido aula de religião, não sei quase nada das histórias presentes na Bíblia. As poucas que sei dizem respeito ao mito da criação, mas sem muitos detalhes. Mas adianto que isso não me impediu de apreciar a narrativa de Saramago.

O livro como o título se refere, trata a história de Caim, o filho de Adão e Eva que cometeu o maior dos crimes: assassinou seu irmão. O crime foi premeditado, já que antes do ocorrido ele escondeu num campo aberto uma queixada de jumento que seria usada no crime.

segunda-feira, 15 de março de 2010 às 15:00

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Battlestar Galactica - 1ª Temporada: o recomeço da guerra

Nota 5/5
Battlestar Galactica - 1ª Temporada
Battlestar Galactica - 1ª Temporada (Battlestar Galactica - Season One, 2005-2005) é uma franquia que teve início na televisão em 1978, tornando-se "cult" e adquirindo uma legião de fãs. Essa série de ficção científica é sobre a guerra entre a raça humana e os Cylons, robôs inteligentes criação dos homens, que agora lutam para matar a raça de seus criadores, uma trama em parte parecida com o exterminador do futuro.

Porém do seriado original da década de 70, assisti pouquíssimos episódios, que passa em algum canal da TV por assinatura. O interessante é saber que a franquia foi retomada, em 2003 fizeram um episódio de 3 horas de duração e como a recepção do público foi boa, em 2005 a primeira temporada da série estreou.

Não cheguei a acompanhar direito o seriado na época, por isso resolvi esse ano de 2010 comprar algumas temporadas, comprei 3 graças a uma promoção e em apenas um final de semana terminei de assistir toda a primeira temporada.

Battlestar Galactica - 1ª Temporada Battlestar Galactica - 1ª Temporada

quarta-feira, 10 de março de 2010 às 15:00

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Não Esqueça Quem Você É: relatos de professores de Harvard

Nota 3/5
NOME
Atualmente estou procurando ler mais, não só assuntos relacionados à minha área de atuação e com isso, não está sendo incomum eu ganhar livros de presente, a maioria de auto-ajuda o mistério é saber o motivo de esse ser o gênero escolhido.

Não tenho nada contra livros de auto-ajuda, até li alguns que me foram dados, mas não é meu tipo de literatura. Então certo dia, recebo um presente e ao abri-lo me deparo com um livro de nome: Não Esqueça Quem Você É (Editora Best Seller, 2006), um livro de auto-ajuda escrito por Daisy Wademan, que imaginou esse livro no último ano de curso de administração em Harvard.

A autora propôs a alguns de seus professores, que mais a motivara, a relatarem suas experiências em um livro, para preparar os futuros gerentes para as adversidades que eles encontrariam foras dos muros acadêmicos.

O livro foi então escrito e suas histórias divididas em quatro partes: ganhando perspectiva, administrando a si próprio, liderando os outros e construindo valores. Em todas as partes, relatos de professores, suas visões de mercado ou mundo, como chegaram até sua posição atual e o que eles esperam dos futuros gerentes.

sexta-feira, 5 de março de 2010 às 15:00

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TV LCD: A convergência continua



A princípio surgiu a TV de LCD, com uma resolução superior as televisões CRT, porém pequena em comparação a geração atual, 480p, e custando caro, pois a tecnologia ainda era nova e a indústria não dominava o modo correto de fabricação da telas de TFT sem muitos erros.

O tempo passou, pesquisas foram feitas, técnicas foram melhoradas e hoje temos televisões com resoluções de 1080 a preços competitivos, o sonho de uma televisão que fique na parede como um quadro hoje é uma realidade.

LCD Skype

quarta-feira, 3 de março de 2010 às 15:00

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Dexter - 4ª Temporada: hello daddy!

Nota 2/5
Dexter - 4ª Temporada
Dexter - 4ª Temporada (Dexter – fourth Season, 2009), já casado com Rita e sofrendo as agruras da vida, por ter um bebê em casa, sofre para manter sua vida em ordem e os assassinatos em dia, porém manter o equilíbrio nessa frágil balança será algo difícil.

Nessa temporada a procura de Dexter não é só ir atrás de um assassino como no passado, é também aprender a conviver com seu “hobby” e ser um pai de família exemplar e fora de qualquer suspeita. Para isso ele passa a morar com Rita num subúrbio americano, onde todos os vizinhos sabem da vida de todos (algo indesejável para um serial killer), passa a dividir as tarefas com o bebê e passa a ser um pai para as outras crianças da casa.

Porém em se tratando desse seriado, tem que ocorrer um assassinato onde dele partirá todo o desenvolvimento da trama. Esse assassinato é um corpo encontrado ensangüentado numa banheira, todos os fatores indicando um suicídio, mas nesse instante reaparece o antigo namorado de Debra, o Agente Especial Lung e trás consigo a teoria que não se passa de suicídio, mas de um assassinato feito pelo mais bem sucedido serial killer ativo, que ele batizou de Trinity Killer (devido ao seu modus operandis de três mortes).

Ao ficar sabendo desse fato, Dexter se empenha em sua investigação interna para descobri-lo, pois pretende aprender como passar tanto tempo impune e de fato ele consegue descobrir tudo sobre o Trinity, inclusive usando de um pseudônimo fica amigo dele.

Dexter - 4ª TemporadaDexter - 4ª Temporada

domingo, 28 de fevereiro de 2010 às 15:00

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Nine: um musical metalinguístico

Nota 5/5
Nine
Nine (Nine, 2009) é uma produção que em nenhum momento quis ser modesta. O filme conta com um elenco de peso, pois recriar um musical da Broadway nas telas nunca é algo simples e com a carga dramática prometida, somente com um elenco a altura.

Antes musical era uma regra no cinema de Hollywood, porém com o tempo esse tipo de filme foi perdendo terreno, até sumir completamente, porém como o estilo não morreu no teatro, estamos assistindo a volta desse ao cinema.

Em Nine, somos apresentados a Guido Contini (Daniel Day-Lewis) que interpreta um famoso cineastra italiano que está sendo consumido por sua própria fama e desde os sucessos dos primeiros filmes, não consegue mais emplacar um grande sucesso, seus dois últimos filmes são tidos como fracassos.

Guido terá que fazer um filme, porém encontra-se sem roteiro, apenas com o nome do projeto em mente e como a história irá se desenrolar, porém ele não consegue colocar no papel em palavras, parte do problema de inspiração é devido a uma vida com muitos excessos, pois apesar de casado ele possui uma amante, tem que mentir a respeito do roteiro do filme e vive praticamente numa mentira.

Nine

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010 às 21:02

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Bastardos Inglórios: elenco inspirado reescreve a história do pesadelo nazista

Nota 4/5
Bastardos Inglórios
Adolf Hitler. Não existe personagem mais estudado na história da humanidade. Quase todos os dias têm alguém falando dele. O passado, as influências, as ideias, estratégias, ações. E quanto mais conheço, menos entendo. Como ele conseguiu passar tanto tempo no poder? Planos para assassinar o ditador alemão existiram vários. Nenhum deu certo. O safado do Führer sempre conseguia escapar ileso.

Bem... Isso até Quentin Tarantino reescrever a história. Em Bastardos Inglórios (Inglourious Basterds, 2009), seu recente trabalho, ele populariza um dos segredos mais bem guardados da Segunda Guerra Mundial: a existência de um pelotão de soldados judaicos, que desembarcou na França durante a Batalha da Normandia, com o objetivo de matar (cruelmente) nazistas.

Bastardos Inglórios Bastardos Inglórios